Pé diabético: você sabe o que é?

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O pé diabético é uma complicação do Diabetes mellitus e ocorre quando uma área machucada ou infeccionada nos pés desenvolve uma úlcera (ferida). Seu aparecimento pode ocorrer quando a circulação sanguínea é deficiente e os níveis de glicemia são mal controlados. Qualquer ferimento nos pés deve ser tratado rapidamente para evitar complicações que possam levar à amputação do membro afetado.

Prevenção

Os pés devem ser inspecionados diariamente à procura de pequenas feridas, bolhas, áreas avermelhadas, alterações nas unhas, proeminências ósseas e mudanças na forma dos pés. A inspeção deve necessariamente incluir a planta dos pés. Para realizar essa inspeção muitas vezes será necessário utilizar um espelho. Nos casos em que exista problema de visão é importante contar com a ajuda de outra pessoa.

Cuidado especial deve ser tomado na escolha do sapato, que deve ser macio, leve e moldado na forma dos pés. Evite andar descalço ou com sandálias e chinelos; na presença de “dormência” nos pés deve ser mantido controle periódico com ortopedista.

Vai viajar?

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Seja a trabalho ou para se divertir, as viagens mais longas devem ser planejadas com cuidado. Isso porque, tanto de carro quanto de avião, ficar muitas horas sentado pode contribuir para o aparecimento de trombose venosa.

A doença é caracterizada pela formação de coágulos dentro das veias, normalmente causados pela imobilidade, sendo mais comum em pessoas que ficam sentadas na mesma posição por um período maior de 4 horas.

Vários fatores aumentam as chances para o desenvolvimento da doença. Pessoas que já tiveram câncer, quem já realizou alguma cirurgia ortopédica, pessoas acima do peso ou com alguma imobilidade entre outros fatores podem acarretar o surgimento da trombose venosa.

Fique atento!

A combinação de cigarros, anticoncepcional e varizes deixa, principalmente as mulheres, ainda mais vulneráveis à doença. Pessoas com problemas de circulação também estão propensas ao surgimento da trombose venosa. Nas pessoas que o sintoma se manifesta, costuma-se presenciar vermelhidão nas pernas, dor, calor e inchaço na região.

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Prevenção

  • Usar meias elásticas;
  • Tomar bastante água;
  • Usar um aparelho de fazer massagem de pernas;
  • Usar roupas e sapatos confortáveis;
  • Andar nos corredores do avião ou ônibus a cada duas horas;
  • Se estiver viajando de carro, pare a cada duas horas para se movimentar;
  • Tente evitar viajar de calça jeans, normalmente o tecido prende a circulação em viagens longas.

Números

90% dos casos de trombose venosa são desenvolvidas nos membros inferiores do corpo, quase 10% nos braços e o restante do percentual no cérebro. E o grande problema da doença é que em 50% dos casos ela não apresenta sintoma algum.

Saiba mais sobre a TVP

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Trombose Venosa Profunda (TVP), conhecida como flebite ou tromboflebite profunda, é a doença causada pela coagulação do sangue no interior das veias – vasos sanguíneos que levam o sangue de volta ao coração – em um local ou momento não adequados (devemos lembrar que a coagulação é um mecanismo de defesa do organismo). As veias mais comumente acometidas são as dos membros inferiores (cerca de 90% dos casos). Os sintomas mais comuns são a inchação e a dor.

É uma patologia mais frequente em pessoas portadoras de certas condições predisponentes – uso de anticoncepcionais ou tratamento hormonal, tabagismo, presença de varizes, pacientes com insuficiência cardíaca, tumores malignos, obesidade ou a história prévia de trombose venosa.

Outras situações são importantes no desencadeamento da trombose: cirurgias de médio e grande portes, infecções graves, traumatismo, a fase final da gestação e o puerpério (pós-parto) e qualquer outra situação que obrigue a uma imobilização prolongada (paralisias, infarto agudo do miocárdio, viagens aéreas longas, etc). Entre as condições predisponentes é importante citar ainda a idade avançada e os pacientes com anormalidade genética do sistema de coagulação.

A TVP pode ser de extrema gravidade na fase aguda, causando embolias pulmonares muitas vezes fatais (embolia pulmonar é causada pela fragmentação dos coágulos e a migração destes até os pulmões, entupindo as artérias pulmonares e gerando graves problemas cardíacos e pulmonares).

Na fase crônica, após dois a quatro anos, os principais problemas são causados pela inflamação da parede das veias que, ao cicatrizarem, podem levar a um funcionamento deficiente destes vasos sanguíneos.

O conjunto das lesões (pigmentação escura da pele, grandes varizes, inchação das pernas, eczemas e úlceras de perna) é chamado de síndrome pós-flebítica. Esta complicação leva a imensos problemas socioeconômicos por ser de tratamento caro, prolongado e extremamente penoso em suas repercussões sociais.

A TVP é, muitas vezes, assintomática. O diagnóstico clínico é difícil. O exame mais utilizado para o diagnóstico da TVP é o Eco Color Doppler.

O tratamento é feito com substâncias anticoagulantes (impedem a formação do trombo e a evolução da trombose) ou fibrinolíticos (destroem o trombo). Mais modernamente, e em situações selecionadas, o tratamento da TVP pode ser feito na própria residência do paciente, usando-se as heparinas de baixo peso molecular.

Fonte: SBACV

Má circulação: como tratar?

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O tratamento para má circulação sanguínea pode ser realizado com a ingestão de alimentos que ajudam na circulação como pimenta caiena, alho, ginkgo biloba e gengibre. Você também pode seguir orientações simples como:

  • Beba de 6 a 8 copos de água por dia.
  • Consuma fibras por meio de frutas e verduras.
  • Diminua o consumo de bebidas alcóolicas.
  • Pratique exercícios físicos regularmente como caminhadas, corridas, natação ou outros.
  • Mantenha os níveis de colesterol sempre dentro dos limites.
  • Pare de fumar.
  • Não fique muito tempo na mesma posição e faça pausas para esticar as pernas a cada 2 horas.
  • Quando estiver assistindo TV ou no computador, deite-se e apoie os pés em altas almofadas para melhorar o retorno venoso.

Fique atento!

Se os sintomas persistirem é importante marcar uma consulta um médico para uma avaliação minuciosa.

Problema de circulação: como saber se eu tenho ou não?

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Nem toda dor na perna é causada por algum problema de circulação, mas os problemas da circulação são uma causa importante de dores nas pernas. A circulação sanguínea está presente em todo o corpo, mas muitas vezes é nas pernas que os problemas de circulação aparecem com mais frequência.

Sintomas de má circulação

  • Dor ou cansaço nos pés, pernas e nádegas, quando estão sob esforço. Os sintomas geralmente desaparecem com o descanso.
  • A dor volta quando se usa as pernas ou os pés, que podem sofrer de inchaço ou dor
  • Mudança na cor das pernas, feridas nos pés que não cicatrizam e alterações nas unhas.
  • Pés frios, um sinal de que o fluxo de sangue diminuiu.
  • Coágulo sanguíneo, também conhecido como trombose venosa profunda.
  • Pele seca e escamosa.
  • Sensação de formigamento nas pernas.
  • Tornozelos inchados.

Desconfie de uma simples dor na perna

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A doença arterial periférica é uma condição em que ocorre o estreitamento e endurecimento das artérias que transportam o sangue para os membros inferiores do corpo, como as pernas e os pés.

Quando os vasos sanguíneos ficam estreitos demais, o fluxo sanguíneo pode ser prejudicado, levando a uma série de complicações.

Causas

A doença arterial periférica é frequentemente causada por aterosclerose, uma condição em que depósitos de gordura se acumulam nas paredes das artérias e prejudicam o fluxo de sangue.

Apesar de a aterosclerose ser mais comum nas artérias coronárias, ou seja, do coração, a doença frequentemente afeta artérias de todo o corpo. Quando os membros, especialmente os inferiores, são atingidos por essa obstrução dos vasos, os médicos afirmam tratar-se de doença arterial periférica.

Em casos menos comuns, essa condição também pode ser resultado de uma inflamação dos vasos sanguíneos, de alguma lesão ocorrida nos membros inferiores, de algum problema congênito nos ligamentos e músculos dos membros ou, ainda, da exposição à radiação.

Os fatores que costumam aumentar o risco de doença arterial periférica incluem:

  • Tabagismo;
  • Diabetes;
  • Obesidade;
  • Hipertensão;
  • Colesterol elevado;
  • Idade avançada, geralmente acima dos 50 anos;
  • Histórico familiar de doença arterial periférica, doença cardíaca ou acidente vascular cerebral (AVC);
  • Altos níveis de homocisteína, um componente de proteína que ajuda a construir e sustentar um tecido.

Sintomas

Embora muitas pessoas com doença arterial periférica apresentem sintomas leves ou até mesmo nenhum sintoma, algumas pessoas sentem dor nas pernas ao caminhar (claudicação intermitente).

Sinais de claudicação intermitente incluem dor muscular ou cãibras nas pernas e braços decorrente de atividade física intensa. As cãibras, no entanto, desaparecem após alguns minutos de descanso. A localização da dor depende de qual artéria está obstruída ou estreitada. De todos, a panturrilha é o local mais comum.

+ sinais!

  • Claudicação intermitente
  • Dormência e fraqueza nas pernas
  • Feridas em seus dedos, pés ou pernas que não cicatrizam
  • Mudança na cor das pernas
  • Perda de cabelo e crescimento lento de pelos nas pernas e pés
  • Crescimento mais lento das unhas dos pés
  • Sem pulso ou pulso fraco nas pernas ou pés
  • Disfunção erétil em homens.

Se a doença arterial periférica progredir, a dor pode ocorrer até mesmo quando você está em repouso ou quando você está deitado (dor isquêmica de repouso). Pode ser intensa o suficiente até mesmo para interromper o sono.

Inchaço na gravidez é normal?

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Esse é um inchaço normal e as mamães podem ficar despreocupadas. Um trabalho de prevenção pode diminuir ou até nem deixar que o inchaço apareça. O ideal é seguir algumas instruções antes mesmo de a mamãe engravidar. Excesso de peso facilita o aparecimento de inchaço, assim como o tabagismo e alimentação inadequada. Esse trio, aliás, prejudica o ser humano em todos os sentidos. Estar em forma com o peso e com a saúde tanto antes quanto durante a gestação é forma de evitar o inchaço.

Não exagere no sal – Para amenizar o problema do inchaço, a mulher deve reduzir o sal da alimentação. O sal é um dos fatores de retenção de líquido que leva a um maior inchaço. Fazer caminhadas ou hidroginástica com recomendação médica também ajudam a aliviar esse mal. O uso de meia elástica pode ajudar, mas são muito quentes para se usar no verão.

Tome bastante líquido – Principalmente nos dias mais quentes. Coloque um travesseiro embaixo do colchão para as pernas ficarem levemente erguidas. Isso facilita na circulação do sangue.

Movimente-se – Ficar durante muito tempo numa mesma posição pode aumentar o inchaço. O uso de meia elástica pode ajudar, mas são muito quentes para se usar no verão.

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Mulheres que engravidam por métodos artificiais tendem mais a inchar devido ao uso de hormônios. Normalmente, o inchaço aparece mais ao fim do dia, quando a mulher permaneceu muito tempo em pé ou sentada. A dica é elevar as pernas durante a noite. Coloque-as em cima de um banquinho ou coloque um travesseiro embaixo do colchão para as pernas ficarem levemente erguidas. Isso ajuda no retorno do sangue e o sistema circulatório funciona melhor.

Fique atenta!

A mamãe deve ficar atenta se o inchaço for intenso, principalmente se afetar muito as mãos, braços e rosto, se o ganho de peso for grande, quando houver formigamento dos braços, limitação de movimentos dos dedos das mãos e dor na região da nuca.

Esses são sinais de problemas renais como diabetes gestacional ou pressão alta que podem aparecer isoladamente ou em conjunto. Essas alterações são perigosas para a mamãe e para o bebê.

Caso um médico não seja consultado e tomado os devidos cuidados, mãe e bebê correm risco de morte. A pressão alta pode levar a eclampsia (hipertensão e edema podendo ocorrer convulsão e coma).

Idosos e o inchaço nas pernas

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O inchaço dos pés e dos tornozelos é um problema bastante comum, principalmente entre os idosos. Isso está relacionado diretamente com a acumulação anormal de líquido nestas regiões, o chamado edema periférico.

É importante saber que, geralmente, são indolores e afetam ambos os lados. Quem nunca pressionou e viu a marca do dedo fica impressa? Pois bem, a intensidade é variável, desde leve até grandes edemas, o que mostra a necessidade de atenção médica.

As causas mais comuns são:

  • Insuficiência cardíaca congestiva
  • Hipoalbuminemia
  • Doenças graves (renais, pulmonares, hepáticas)
  • Doenças vasculares Pessoas idosas que ficam sentadas por muito tempo podem apresentar edema sem que isso necessariamente seja doença (edema postural).

É importante considerar que os edemas posturais sempre são edemas discretos e geralmente assimétricos. O médico sempre deve ser consultado para que não se faça pré-julgamentos considerando ser esse mais um sintoma normal”do envelhecimento.

Prevenção

  • Na hora de dormir, eleve as pernas acima do nível do coração.
  • Exercite as pernas. Isso ajuda a bombear os fluidos das pernas de volta para o coração.
  • Use meias de compressão que estão disponíveis nas farmácias.
  • Siga uma dieta baixa em sal para ajudar a reduzir a retenção de líquidos e o inchaço.

Escleroterapia: técnica para tratar as microvarizes

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A escleroterapia, popularmente conhecida como a técnica da secagem de veias, é uma das terapias mais procuradas pelas mulheres nos consultórios médicos especializados e, ainda hoje, pode ser considerado o método químico mais eficiente no tratamento estético das microvarizes.

A técnica consiste na aplicação local precisa, através de injeções, de substâncias químicas que levam à destruição das veias, normalmente ramificadas e de coloração variada do azul ao vermelho.

O tratamento é simples, mas não garante a solução permanente do problema, já que as microvarizes são caracterizadas como uma doença progressiva.

É importante garantir que as aplicações sejam feitas por especialistas, evitando eventuais complicações, como reações alérgicas, formação de manchas ou pequenas úlceras.

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A escleroterapia pode ser realizada em qualquer época do ano, não havendo necessidade de repouso ou interrupção das atividades cotidianas. É aconselhável não tomar sol no local das aplicações nos dias seguintes.

Apesar de ser uma técnica popular, já utilizada há bastante tempo, o procedimento não é oferecido pelo serviço público de saúde, principalmente por associar-se diretamente à solução de um problema estético. Portanto, é oferecida e realizada em consultórios particulares sem necessidade de uso de anestesia. O número de sessões não é fixo e dependerá da quantidade de pequenos vasos da paciente.

Trombose: conheça mais sobre essa grave doença

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A Trombose venosa profunda (TVP) ou apenas trombose é o resultado da formação ou desenvolvimento de coágulos sanguíneos (trombos), principalmente nas veias dos membros inferiores, causando sua obstrução total ou parcial e podendo impedir a circulação do sangue.

É uma doença grave de difícil diagnóstico e com grandes riscos de complicações futuras, já que cerca de 70% dos casos evoluem silenciosamente. É também considerada a terceira doença mais comum do aparelho cardiovascular e acomete aproximadamente 1,5% dos indivíduos adultos.

Em quase 90% dos casos, as veias mais atingidas são as da perna e os sintomas mais comuns são dor intensa, inchaço, vermelhidão e endurecimento muscular. Também pode haver a formação de feridas ou nódulos nas varizes. No entanto, uma das complicações mais sérias e temidas da TVP é a embolia pulmonar, causada pelo desprendimento do coágulo até o pulmão e obstrução da artéria.

Estima-se que 40% dos pacientes internados para cirurgias de porte médio e grande acabam desenvolvendo a trombose, já que a doença geralmente resulta da imobilização do paciente durante a recuperação da pós-cirurgia. As chances de formação de coágulos aumentam quando os movimentos são restritos, pois a circulação, nesses casos, é dificultada.

Fora dos hospitais, os maiores fatores de risco são a obesidade, a idade acima de 40 anos, a ocorrência prévia de trombose, varizes, câncer, uso de repositor hormonal ou anticoncepcional e doenças genéticas do sistema de coagulação sanguínea.

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