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 Como prevenir as doenças vasculares?

 

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Doença vascular é toda doença que altera a integridade dos vasos sanguíneos.  Pode ser causada por herança familiar ou genética, por hábitos de vida nocivos ou pela forma como trabalhamos, medicações e traumas acidentais que podem comprometer nossos vasos. Abaixo, as formas de prevenção para cada uma das causas:

Há doenças herdadas que predispõe a formação de coágulos, que tanto obstruem localmente o fluxo de sangue, como podem viajar pela corrente sanguínea até alojar-se em outros orgãos, como o pulmão. A prevenção está ligada ao diagnóstico familiar e precoce que deve ser feita por um médico.

O que faz mal?

  • Alimentação rica em gordura: refrigerantes e doces podem aumentar o colesterol “ruim” que, com o passar do tempo, “infiltra-se” dentro da parede dos vasos criando verdadeiras placas de gordura e cálcio.
  • Trabalhar em pé, em uma posição fixa ou sedentarismo podem levar a uma redução do fluxo de sangue nas partes do corpo distantes do coração. Pode surgir veias “saltadas” – as varizes — que muitas vezes são dolororas e esteticamente comprometedoras.

O que faz bem?

  • A prevenção se dá pela mudança e movimentação durante o expediente, estimulando a circulação. Para acidentes que lesam o vaso, pode-se somente evitar o evento em si.
  • Atividade física regular (ao menos três vezes na semana) e alimentação balanceada, rica em alimentos frescos, verduras, carnes e aves, com pouca quantidade de frituras, gordura, sal e açúcar.
  • Visitas periódicas ao médico (quanto mais idoso, mais deve buscar orientação médica).

 

E lembre-se! Nossa saúde vascular depende da ajuda do médico vascular sim, mas principalmente de nós, por meio do cultivo dos bons hábitos.

Colesterol: a prevenção deve começar desde cedo

 

shutterstock_236885392O primeiro passo para afastar o colesterol alto é garantir que o cardápio do pequeno seja saudável e equilibrado – isto é, rico em frutas, verduras, legumes, cereais integrais. Isso porque temos hoje um perfil de alimentação da criança e do adolescente muito ruim, com excesso de carboidratos e gorduras saturadas: segundo um estudo do Ministério da Saúde em parceria com o IBGE, divulgado no dia 21 de agosto de 2015, 60,8% dos meninos e meninas brasileiros com menos de 2 anos de idade comem com frequência biscoitos, bolachas e bolos. Outros 32,3% costumam ingerir refrigerantes e sucos artificiais, de acordo com o levantamento.

Quando acompanhar?

A partir dos 10 anos de idade, toda criança deve ter o colesterol dosado. A antecipação dos exames só é feita se o pequeno é obeso ou quando há casos na família de colesterol elevado ou de doenças no coração.

Os valores são diferentes para os pequenos

É desejável que o colesterol total de crianças e adolescentes de 2 a 18 anos esteja abaixo de 150 mg/dl. O valor limítrofe é entre 150 e 170 mg/dl e, acima disso, já se caracteriza como elevado. Analisando somente as taxas de LDL, o ideal é elas sejam menores do que 110 mg/dl. Já o HDL precisa estar acima de 45 mg/dl.

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Vamos nos mexer?

A atividade física é outro pilar fundamental no combate aos problemas de colesterol na infância. O exercício físico é o principal tratamento para aumentar as taxas de HDL, o colesterol bom. Por isso, brincadeiras que envolvam correr e pular, por exemplo, devem ser incentivadas desde que o pequeno dá os primeiros passinhos.

Não há sintomas

A menos que sejam níveis muito elevados, crianças com colesterol alto não apresentam sintomas. A preocupação é que a doença se manifeste no longo prazo, por meio de problemas como infarto e derrame. Em casos de taxas altíssimas, os pequenos podem apresentar gordura no fígado e a chamada xantoma, caracterizada pelo acúmulo de gordura na pele.

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O leite materno é o primeiro passo para prevenir o problema

Embora não exista uma relação direta entre o consumo de leite materno e um melhor controle das taxas de colesterol, ele é um importante aliado contra esse problema. Com isso, o risco de o pequeno ter colesterol alto diminui bastante. Além disso, estudos mostram que bebês que são amamentados levam mais tempo para ser expostos a outros alimentos – que são, muitas vezes, verdadeiros vilões.

 

Idosos e o inchaço nas pernas

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O inchaço dos pés e dos tornozelos é um problema bastante comum, principalmente entre os idosos. Isso está relacionado diretamente com a acumulação anormal de líquido nestas regiões, o chamado edema periférico.

É importante saber que, geralmente, são indolores e afetam ambos os lados. Quem nunca pressionou e viu a marca do dedo fica impressa? Pois bem, a intensidade é variável, desde leve até grandes edemas, o que mostra a necessidade de atenção médica.

As causas mais comuns são:

  • Insuficiência cardíaca congestiva
  • Hipoalbuminemia
  • Doenças graves (renais, pulmonares, hepáticas)
  • Doenças vasculares Pessoas idosas que ficam sentadas por muito tempo podem apresentar edema sem que isso necessariamente seja doença (edema postural).

É importante considerar que os edemas posturais sempre são edemas discretos e geralmente assimétricos. O médico sempre deve ser consultado para que não se faça pré-julgamentos considerando ser esse mais um sintoma normal”do envelhecimento.

Prevenção

  • Na hora de dormir, eleve as pernas acima do nível do coração.
  • Exercite as pernas. Isso ajuda a bombear os fluidos das pernas de volta para o coração.
  • Use meias de compressão que estão disponíveis nas farmácias.
  • Siga uma dieta baixa em sal para ajudar a reduzir a retenção de líquidos e o inchaço.

Excesso de sal pode causar doenças cardiovasculares

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Se você gosta de uma comida bem salgadinha, fique atento! Apesar de ter papel importante no organismo e contribuir para um bom funcionamento do corpo, o sódio é responsável pela regulação da quantidade de líquidos que ficam dentro e fora das células. Quando há excesso do nutriente no sangue, ocorre alteração no equilíbrio desses líquidos, sobrecarregando o coração e os rins, situação que pode levar à hipertensão.

O consumo abusivo do sal de cozinha também influencia no desenvolvimento de doenças cardiovasculares, renais e outras, que estão entre as primeiras causas de internações e óbitos no Brasil e no mundo.

Consumo em números

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a recomendação de consumo máximo diário de sal pela é de menos de cinco gramas por pessoa. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela, no entanto, que o consumo do brasileiro está em 12 gramas diários, valor que ultrapassa o dobro do recomendado.

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Se o consumo de sódio for reduzido para a recomendação diária da OMS, os óbitos por acidentes vasculares cerebrais podem diminuir em 15% e as mortes por infarto em 10%. Ainda estima-se que 1,5 milhão de brasileiros não precisaria de medicação para hipertensão e a expectativa de vida seria aumentada em até quatro anos.

Fique de olho!

Uma dica é observar as informações nutricionais no verso das embalagens ao comprar alimentos industrializados. Se a quantidade for superior a 400mg em 100g do alimento, é considerado um alimento rico no nutriente, sendo prejudicial à saúde. Procure optar pelo produto que apresente menos sódio.

Felicidade faz bem para o coração

Pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, afirmam que os felizes e entusiastas correm menos risco de sofrer do coração do que aqueles que são tristonhos e estressados. A pesquisa, publicada no European Heart Journal, acompanhou 1739 pessoas, durante 10 anos.

A descoberta – quase óbvia, foi possível a partir de uma análise entre a felicidade e as doenças do coração. O resultado apontou que se as pessoas fizessem mais aquilo que as deixam felizes, reduziriam significativamente o risco de sofrer infarto ou angina.

E são vários os fatores combinados que produzem esse efeito. Uma boa noite de sono pode ser um dos aliados, já que aquele que dorme melhor e apresenta comportamentos mais saudáveis garante menos estresse.

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Fique ligado!

Estudos apontam que o estresse envolvido em situações de contrariedade pode mesmo levar ao estreitamento das artérias, além de ativar as plaquetas que são responsáveis pela coagulação do sangue. Isso pode levar a uma condição propícia para o entupimento de uma artéria, o que causa o infarto e o acidente vascular cerebral. Por sua vez, a felicidade, associada a bons hábitos, libera hormônios que são protetores para o sistema cardiovascular.

Comparando a felicidade

Se por um lado as pessoas de bem com a vida costumam cuidar mais da saúde e gerenciar os problemas sem sobrecarregar o organismo, os estressados têm mais chance de desenvolver a síndrome metabólica, ou seja, um conjunto de disfunções que complica bastante o nosso organismo. Entre os problemas estão a pressão alta, os excesso de gordura abdominal, os níveis anormais de colesterol e a elevada taxa de açúcar no sangue (aumentando ainda o risco de diabetes, cardiopatias e infarto).

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Sorrir a toa não é a única solução

É preciso ter em mente que, para se ajudar, não basta apenas querer ficar feliz. É preciso juntar uma série de fatores. Veja algumas dicas:

  • Reconheça suas limitações e não se preocupe excessivamente com aquilo que não está em suas mãos.
  • Compartilhe suas preocupações com alguém capaz de lhe ouvir e dar palpites.
  • Pratique atividade física para que o seu cérebro libere substâncias que auxiliam no relaxamento.
  • Sorria mais, uma vez que a prática induz o cérebro a produzir neurotransmissores ligados ao bem-estar.
  • Descanse: Insônia e tensão só geram mais e mais estresse.
  • Divirta-se, pois esta é uma medida preventiva inigualável quando se fala em saúde cardiovascular.
  • Seja mais sociável e ajude a espantar a tristeza e a depressão, que são notórias inimigas do coração.
  • Organize as atividades e faça uma coisa de cada vez, dando prioridade às tarefas que são de fato mais urgentes.
  • Respire corretamente e durma bem.

Abusou na Páscoa? Recupere o seu organismo

Churrasco, fritura, massas, molhos, refrigerantes, bebidas alcoólicas e chocolate, muito chocolate. Se você faz parte do time daqueles que se esbaldaram nessa combinação nos últimos dias, saiba que uma boa pedida é aproveitar o início da semana para desestressar o organismo e limpar o corpo das toxinas.

A primeira dica é, por mais incrível que pareça ser, pegar leve nas atividades físicas. Faça uma caminhada leve no início da manhã ou final da tarde, que impacta pouco no aumento do apetite e permite gastar calorias sem exigir reposição alimentar intensa.

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Associe a prática de exercícios com a boa alimentação e a hidratação. Abuse da água mineral para expulsar as toxinas. Você pode, ainda, tomar água de coco, chás ou sucos de frutas, como abacaxi, laranja, limão e maçã, que se potencializam e ajudam o fígado quando misturados com folhas verdes escuras (agrião, couve, rúcula, espinafre) e gengibre.

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As frutas vermelhas, como romã, pitanga e acerola, também podem ajudar neste processo porque são ricas em antioxidante e possuem muita vitamina C. Além disso, tem ação desinflamatória, o que colabora para o fígado expulsar o que não faz bem.

+ dicas!

  • Faça boa higienização das frutas, verduras, hortaliças e grãos para que fiquem livres de agrotóxicos;

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  • Evite o consumo do álcool, do fumo e dos alimentos industrializados;
  • Substitua as carnes vermelhas – que possuem mais gordura – por peixes ou frango. Lembre-se que o preparo deve ser feito no forno, na grelha ou cozido, mas nunca frito.

Evite o colesterol ainda na juventude

Quer se tornar um adulto cheio de disposição e saúde? Pois, então, saiba que é ainda na juventude que você pode traçar este objetivo. Isso porque os jovens que cultivam hábitos saudáveis e controlam as taxas de colesterol e triglicérides desde cedo já estão se prevenindo de doenças cardiovasculares no futuro.

Recentemente, uma pesquisa publicada no jornal da American Heart Association (Circulation) revelou que dois terços da população dos Estados Unidos desconhecem que os fatores de risco de infarto e derrame (AVC) podem surgir bem antes da fase adulta.

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Entretanto, vale o alerta: nem mesmo quem apresenta taxas consideradas normais (colesterol total menor de 200 e triglicérides abaixo de 150) não está livre de complicações futuras. Isso vai depender de um conjunto de fatores que leva em conta, por exemplo, se o paciente é fumante, se tem pressão alta, diabetes, histórico familiar e doenças ateroscleróticas.

Deste modo, segue a dica! Já a partir das 20 anos, realize as dosagens de colesterol e triglicérides periodicamente. Outra orientação está relacionada com a alimentação, afinal, somos aquilo o que comemos. Lembre-se que o consumo exagerado de alimentos ricos em gordura, como carnes gordas, leite integral, queijos amarelos, bacon, manteiga e banha, por exemplo, podem elevar os níveis de colesterol. Já o excesso de álcool e o consumo de carboidratos e açúcar em grandes quantidades podem fazer os níveis de triglicérides subir.

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+ dicas!

  • Coma alimentos com menos gordura, como carnes magras;
  • Retire a gordura visível da carne, frango e peixe antes de cozinhar e evite fritar os alimentos;
  • Com relação ao leite e seus derivados, prefira os desnatados e reduza o uso de maionese, margarina, manteiga, molhos cremosos e temperos oleosos.
  • Inclua muitas frutas e vegetais frescos no cardápio diário;
  • Encontrar uma forma prazerosa de combater o sedentarismo.

Combata a enxaqueca com a alimentação

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, 15% da população do planeta sofre de enxaqueca ou dor de cabeça, o que significa, aproximadamente, 25 milhões de brasileiros afetados pela doença. E as causas são diversas: falta de sono, estresse, variações de temperatura, hábitos alimentares e, no caso das mulheres, aquela dor de cabeça típica do período pré-menstrual.

Para quem não sabe, além de medicamentos, um excelente remédio contra a enxaqueca pode ser o mesmo hábito que a provoca – a alimentação. Se você achou estranho, eu explico: alguns nutrientes possuem o poder de aliviar os sintomas e reduzir essa complicação. Veja só!

Selênio – O mineral é capaz de retirar os metais tóxicos do corpo. Você pode encontrá-lo principalmente em salmão, ostras cruas, castanha do Pará, fígado de boi e farelo de trigo. A recomendação mínima diária de ingestão desse nutriente é o equivalente a menos de uma castanha.

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Além de saboroso, o salmão apresenta boa quantidade de selênio

Magnésio – A concentração de magnésio em nosso corpo afeta os receptores de serotonina, a substância responsável por regular a percepção a dor e disposição, além de outros receptores e neurotransmissores relacionados à enxaqueca. A recomendação diária é de 400mg para homens adultos e 350mg para mulheres adultas, o que equivale a, aproximadamente, três conchas cheias de feijão preto ou 300g de espinafre, por exemplo. Outras fontes de magnésio são as castanhas de caju, amêndoas, semente de abóbora, pistache, alcachofra, espinafre e chocolate meio amargo.

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Feijão preto está na lista de alimentos com magnésio

Ômega3 – Ele tem ação anti-inflamatória, combatendo as substâncias causadoras de enxaqueca. Entre as fontes de ômega3 estão o salmão, a sardinha, arenque, atum e semente de linhaça. A recomendação diária para adultos é de 1 a 2g, o equivalente a comer 100g de salmão.

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Atum é rico em Ômega3

Vitamina B12 – Evita nas alterações de sensibilidade no corpo, que podem causar crises de enxaqueca. Você encontra esta vitamina em fígado de boi, mariscos, ostras cruas, atum, ovos e leite. Já a recomendação diária é de 2,4mcg em adultos.

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Ovos e leite: ótimos em vitamina B12

Antioxidantes – Assim como o antivírus no computador, os antioxidantes fazem a varredura do excesso de radicais livres e outras substâncias tóxicas em nosso organismo. Boas fontes são as cenouras, o mamão, a abobrinha, vegetais e frutas alaranjadas, germe de trigo, óleos vegetais, vegetais de folhas verdes, oleaginosas e frutas vermelhas.

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As cenouras contam com propriedade antioxidante

Carboidratos – Principais fontes de energia do corpo humano, os carboidratos não podem faltar, caso contrário gera disfunções metabólicas. Entretanto, devem ser ingeridos de forma moderada. São encontrados em pães, arroz e massas, de preferência todos integrais, que fornecem mais fibras.

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Pães são boas fontes de carboidrato

Para finalizar, outra dica é sempre comer a cada três horas para manter os níveis glicêmicos do organismo.  Ficar sem comer por muito tempo causa uma hipoglicemia – baixa dos níveis glicêmicos – o que pode causar dor de cabeça e pressão baixa.

Como evitar a TVP?

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Na última terça-feira, discutimos aqui no blog sobre a Trombose Venosa Profunda, que pode se agravar durante as viagens mais longas. Conforme anunciado, hoje vamos falar sobre as formas preventivas da TVP. Para diminuir os riscos de um evento tromboembólico, é importante tomar alguns cuidados durante as viagens com mais de quatro horas de duração, tais como:

  • Evitar sedativos e bebidas alcoólicas, recursos utilizados por algumas pessoas para relaxar, o que aumenta o tempo de imobilidade e o risco de TVP.
  • Ingerir bastante líquido e manter-se hidratado durante toda a viagem. A desidratação é um fator de risco adicional para a trombose venosa, sobretudo quando associado à imobilidade.
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O segredo é se exercitar!
  • Movimentar-se. Mesmo em espaços restritos é ainda possível exercitar-se, por exemplo, elevando as pontas dos pés enquanto mantém os calcanhares apoiados no chão e depois, elevando os calcanhares enquanto mantém as pontas dos pés apoiados, em movimentos repetidos e sucessivos. Esta movimentação contrai vigorosamente a musculatura da panturrilha fazendo com que o sangue seja impulsionado de volta para o coração
  • Sempre que possível, levante-se de seu lugar e ande um pouco, movimente as pernas. Se estiver viajando de carro, faça uma parada a cada duas horas e ande por alguns minutos.
  • Meias elásticas medicinais também são muito úteis para prevenir a trombose venosa em viagens longas, porém devem ser prescritas por um médico especialista.

TVP e perfis de risco

Algumas pessoas precisam tomar ainda mais cuidado para que não ocorra a Trombose Venosa, entre elas estão:

  • Idosos,
  • Portadores de doenças cardíacas, pulmonares e neurológicas,
  • Indivíduos com distúrbios da coagulação ou com neoplasias,
  • Obesas,
  • Gestantes,
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Os idosos fazem parte do perfil de risco.
  • Portadores de varizes dos membros inferiores,
  • Pessoas com passado de trombose venosa e embolia pulmonar,
  • Indivíduos acamados,
  • Pessoas que fizeram cirurgias de grande porte
  • Usuárias de anticoncepcionais hormonais de uso oral.

Principalmente nestes casos, antes de viajar, fica a orientação: é preciso consultar um especialista para verificar a necessidade de cuidados adicionais que só poderão ser prescritos pelo médico após uma cuidadosa avaliação.

Fibras: aliadas na prevenção das doenças cardiovasculares

Além de ser fundamental para uma vida mais saudável, comer bem é pré-requisito para evitar diversas doenças, principalmente as cardiovasculares. Segundo um estudo da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, realizado em 2011, o consumo diário de alimentos ricos em fibras é benéfico na prevenção de doenças cardíacas.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, estes alimentos ajudam na saciedade, o que contribui no menor consumo alimentar, controlam a absorção dos carboidratos e eliminam o colesterol.

Além disso, eles são ricos em antioxidantes e potássio. Os primeiros ajudam a combater o acúmulo de gordura na parede das artérias, já os segundos são da família do mineral, que ajuda a reduzir a pressão arterial.

É fácil inserir as fibras em sua alimentação, quer ver?!

Leguminosas: feijão, lentilha, ervilha, soja e grão de bico

Você pode consumir uma concha ou três colheres de sopa de uma ou duas vezes por dia

Cereais integrais: aveia, farelo de trigo e granola:

Você pode consumir uma ou duas colheres de sopa por dia em vitaminas, saladas de frutas ou iogurte.

Prefira arroz, macarrão, pães, bolachas, torradas integrais.

Frutas: todas                                                                                        

Consuma uma unidade ou o equivalente a uma xícara de frutas de três a cinco vezes por dia

Verduras: todas

Consuma um prato de sobremesa cru ou 2 colheres de sopa cozida, quatro ou cinco vezes ao dia

DICA: A ingestão de fibras pede um consumo maior de água, para que elas possam cumprir o seu papel no organismo. O ideal é tomar entre seis e oito copos de líquidos por dia ou mais. 

NA BALANÇA: A recomendação diária de fibras é de 20 a 35 gramas. Para atingir essa quantidade é necessário ingerir, em média:

  • 3 porções de frutas.
  • 4 ou 5 porções de vegetais ou folhas verdes.
  • 7 ou 8 porções de cereais e legumes, incluindo arroz integral, feijão e a aveia.