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Como evitar a TVP?

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Na última terça-feira, discutimos aqui no blog sobre a Trombose Venosa Profunda, que pode se agravar durante as viagens mais longas. Conforme anunciado, hoje vamos falar sobre as formas preventivas da TVP. Para diminuir os riscos de um evento tromboembólico, é importante tomar alguns cuidados durante as viagens com mais de quatro horas de duração, tais como:

  • Evitar sedativos e bebidas alcoólicas, recursos utilizados por algumas pessoas para relaxar, o que aumenta o tempo de imobilidade e o risco de TVP.
  • Ingerir bastante líquido e manter-se hidratado durante toda a viagem. A desidratação é um fator de risco adicional para a trombose venosa, sobretudo quando associado à imobilidade.
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O segredo é se exercitar!
  • Movimentar-se. Mesmo em espaços restritos é ainda possível exercitar-se, por exemplo, elevando as pontas dos pés enquanto mantém os calcanhares apoiados no chão e depois, elevando os calcanhares enquanto mantém as pontas dos pés apoiados, em movimentos repetidos e sucessivos. Esta movimentação contrai vigorosamente a musculatura da panturrilha fazendo com que o sangue seja impulsionado de volta para o coração
  • Sempre que possível, levante-se de seu lugar e ande um pouco, movimente as pernas. Se estiver viajando de carro, faça uma parada a cada duas horas e ande por alguns minutos.
  • Meias elásticas medicinais também são muito úteis para prevenir a trombose venosa em viagens longas, porém devem ser prescritas por um médico especialista.

TVP e perfis de risco

Algumas pessoas precisam tomar ainda mais cuidado para que não ocorra a Trombose Venosa, entre elas estão:

  • Idosos,
  • Portadores de doenças cardíacas, pulmonares e neurológicas,
  • Indivíduos com distúrbios da coagulação ou com neoplasias,
  • Obesas,
  • Gestantes,
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Os idosos fazem parte do perfil de risco.
  • Portadores de varizes dos membros inferiores,
  • Pessoas com passado de trombose venosa e embolia pulmonar,
  • Indivíduos acamados,
  • Pessoas que fizeram cirurgias de grande porte
  • Usuárias de anticoncepcionais hormonais de uso oral.

Principalmente nestes casos, antes de viajar, fica a orientação: é preciso consultar um especialista para verificar a necessidade de cuidados adicionais que só poderão ser prescritos pelo médico após uma cuidadosa avaliação.

Viagens longas aumentam o risco de Trombose Venosa Profunda

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Quem não gosta de viajar, não é mesmo? Conhecer lugares diferentes, visitar parentes distantes ou curtir bons momentos com toda a família são momentos que não tem preço. No entanto, apesar de ser um programa adorado pela maioria das pessoas, é preciso ficar atento. Isso porque longas viagens de avião, de ônibus ou carro podem aumentar o risco de Trombose Venosa (TVP).

Para quem não sabe, esta é a terceira doença cardiovascular mais frequente no mundo, depois dos problemas de coração e derrame (AVC). Além disso, a trombose pode ser completamente assintomática e o paciente pode demorar a perceber.

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Problemas

Uma de suas mais graves consequências é a embolia pulmonar, que ocorre quando o coágulo se solta e acaba se instalando em uma artéria pulmonar. A situação torna a pessoa incapaz para realizar determinadas atividades sociais e de trabalho ou mesmo levar à morte. Em outros casos, o paciente pode notar os seguintes sintomas:

  1. Dor,
  2. Inchaço,
  3. Aumento da temperatura nas pernas,
  4. Coloração arroxeada
  5. Endurecimento da pele.

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Você sabia?

  • Aproximadamente 600 mil internações hospitalares são realizadas por ano em função da doença, que tem como elemento central a estase venosa (diminuição da velocidade da circulação).
  • Geralmente, o problema se inicia nas veias da panturrilha e, uma vez formado o coágulo, ele tende a se propagar, servindo como estímulo para desencadear a formação de uma “rolha de coágulo” dentro da veia. O resultado é que o sangue abaixo dela não tem para onde ir e deixa de circular.
  • Na fase aguda da formação destes coágulos, o aspecto do sangue é como de uma “gelatina” muito frouxamente presa na parede da veia e, às vezes, apresenta uma cauda que fica flutuando dentro do vaso. Quando estes coágulos se desprendem, por alguma razão, ganham a circulação sanguínea e seguem até o coração, logo depois, as artérias pulmonares distribuem o sangue para os pulmões para serem oxigenados.

O próximo post, na quinta-feira, você vai aprender como evitar a TVP e quais são os perfis de maior risco.

Não perca, espero vocês!

Você fica muito tempo sentado? Entenda porque isso pode ser perigoso

Você sabia que ficar muito tempo sentado, sem se mexer, pode causar até a morte?

Claro que estamos falando de casos mais raros, mas eles podem ocorrer, sim. É a chamada “síndrome da classe econômica”, um problema que acontece mais frequentemente nos voos de longa duração, colocando as pessoas (inclusive aquelas que estão aparentemente saudáveis) ao risco de trombose e embolia.

No avião a situação se complica porque o ar é muito seco, o corpo tende a ficar desidratado e, com isso, o sangue, mais viscoso, pode coagular mais facilmente.

Entre os médicos, a síndrome da classe econômica é uma doença bastante conhecida. Vale ressaltar que qualquer pessoa que passe muito tempo sentada sem movimentar as pernas está sujeita a ter uma trombose venosa profunda.  Isto porque quem fica sentado por muito tempo, faz com que a circulação sanguínea fique mais lenta, aumentando a pressão venosa nas pernas e possibilitando a formação de coágulos que podem se deslocar e atingir o pulmão, causando morte súbita por embolia. A velocidade do sangue que retorna das pernas para o coração diminui porque em repouso esse órgão bate mais lentamente e porque os músculos relaxados não ajudam as veias, a empurrar o sangue da perna para cima.

Como solucionar o problema?

O ideal seria que todas as pessoas que ficam muito tempo sentadas (inclusive no dia a dia, quando trabalham), façam uso de meia elástica, que ajuda a comprimir a musculatura, e além disso, é preciso lembrar de levantar de vez em quando e fazer exercícios com os pés e as pernas.

Ficar sentado mais do que 4 horas por dia é contra a nossa fisiologia. Idosos, hipertensos, cardíacos, diabéticos ou pessoas com problemas hormonais ou que estejam tomando hormônios estão mais suscetíveis às tromboses, por isso, caso façam alguma viagem mais longa, o mais indicado é consultar um cirurgião vascular antes de viajar.

Você sabe qual é a 3ª doença cardiovascular mais frequente no mundo?

A Trombose Venosa Profunda é a terceira doença cardiovascular mais frequente no mundo depois dos problemas de coração e do derrame (AVC). Ela coloca em risco a vida do paciente e pode ter várias causas, tratando-se de uma doença grave que se caracteriza pela formação de coágulos no interior das veias profundas da perna.

Uma de suas principais consequências, a embolia pulmonar, que acontece quando o coágulo se solta e acaba se instalando em uma  artéria pulmonar e tornar a pessoa incapacitada  para a realizar de determinadas atividades sociais e de trabalho ou mesmo levar à morte.

São cerca de 300.000 novos casos todos os anos, levando a aproximadamente 600.000 internações hospitalares por ano. A Trombose Venosa Profunda pode ocorrer em qualquer segmento do organismo, mas na maioria das vezes as veias dos membros inferiores são mais acometidas. Os coágulos sanguíneos nas coxas são os que têm maior probabilidade de quebrar e causar a embolia pulmonar, cujos sintomas são: falta de ar inexplicada, dor ao respirar profundamente e tossir sangue.

Saiba quais são os sintomas e como é o tratamento da trombose venosa profunda

A trombose venosa profunda é uma doença potencialmente grave causada pela formação de coágulos (trombos) no interior das veias profundas. Na maior parte das vezes, o trombo se forma na panturrilha, ou batata da perna, mas pode também instalar-se nas coxas e, ocasionalmente, nos membros superiores. O desprendimento do coágulo pode provocar complicações a curto ou longo prazo.  A curto prazo, ele pode deslocar-se até o pulmão e obstruir uma artéria,  problema chamado de embolia pulmonar e que pode ser mortal. A longo prazo, o risco é a insuficiência venosa crônica ou síndrome pós-flebítica.

A principal causa da trombose venosa profunda é a imobilidade prolongada, comum não só nas viagens aéreas e terrestres que obrigam a pessoa a ficar sentada por horas na mesma posição, mas também nos casos de permanência no leito em repouso por doenças e depois de cirurgias.

Fonte: http://www.trabalhosescolares.net

QUAIS SÃO OS SINTOMAS?

Esta doença pode ser absolutamente assintomática. Quando os sintomas aparecem, podem envolver:

  • Edema (inchaço), dor, calor, vermelhidão e rigidez da musculatura na região em que se formou o trombo;
  • Cor mais escura da pele, endurecimento do tecido subcutâneo.

TRATAMENTO

O diagnóstico clínico é estabelecido com base nos sintomas e nos fatores de risco e confirmado por exames de laboratório e de imagem. Quanto mais precocemente for feito e mais cedo introduzido o tratamento, maior a possibilidade de reverter o quadro e evitar complicações e sequelas.

O objetivo do tratamento da trombose venosa profunda é evitar a formação de coágulos ou, se eles já se instalaram, impedir sua progressão e promover sua reabsorção pelo organismo. Para tanto, pode-se contar com  medicamentos anticoagulantes e fibrinolíticos, que ajudam a dissolver os trombos. Alguns casos podem necessitar de intervenção cirúrgica.

Recomendações

* Esteja atento às alterações que a trombose venosa profunda pode provocar, especialmente se tem predisposição para a doença; não se automedique. Procure imediatamente assistência médica se suspeitar que desenvolveu um trombo.