Varizes podem não ter relação com salto

shutterstock_150773702

A medicina comprovou: usar salto alto não causa varizes. O resultado veio a partir de um estudo realizado por cientistas brasileiros no Hospital das Clínicas da Unicamp, em mulheres que foram submetidas a usarem sapatos com alturas entre 7 cm e 10 cm.

Os profissionais mediram a pressão interna das veias depois das pacientes terem caminhado. E descobriam que o uso do salto melhora em até 30% o bombeamento do sangue. A contração dos músculos das pernas, necessária quando há o uso desse tipo de calçado, faz o sangue voltar ao coração com mais força e impedir o refluxo por ação das válvulas das veias.

shutterstock_126126110

As varizes consistem em veias dilatadas e deformadas, de coloração púrpuro-azulada, que surgem ao longo das pernas. Além de incomodarem esteticamente, elas podem causar dor e inchaço. A ocorrência é mais comum em pessoas que precisam ficar em pé por longos períodos, e em situações como a gravidez, obesidade e sobrecarga hormonal, especialmente nas fases da menopausa.

 

Obesidade: inimiga da sua saúde

shutterstock_292511237

Sedentarismo, comilança e estresse são características da era da comodidade e da ociosidade, em que ficamos cada vez mais sentados na frente da TV e computador. Comemos mais e mais alimentos industrializados, com gorduras e açucares e a tensão psicológica é constante. O vilão do comportamento anda de mãos dadas com a obesidade. Num mundo de formas e corpos perfeitos, em que a beleza se torna cada vez mais padronizada, o excesso de peso e a obesidade vêm se transformando numa enorme epidemia mundial. No Brasil, mais de 40% da população sofre desse mal.

A causa da obesidade é decorrente de vários fatores que podem agir isoladamente ou em conjunto com outras disfunções, contribuindo para o seu desenvolvimento. Entre eles, o ganho de peso pode ser decorrente de doenças relacionadas com descontrole hormonal, ingestão aumentada de calorias, diminuição da atividade física, idade, fatores genéticos e emocionais, como ansiedade, nervosismo e o estresse que faz com que muitas pessoas tenham comportamento voraz pelos alimentos.

Ocorrendo aumento de peso, devemos analisar alguns fatores: primeiro, se o estilo de vida que costumava levar se alterou. Você continua se exercitando como antes? Há algum fator emocional afetando minha alimentação? Houve aumento na quantidade de alimentos ingeridos? Se as respostas não justificam o aumento de peso, provavelmente, o fator deva ser genético. Mas atenção: ter características genéticas contribuindo para o ganho de peso não deve ser desculpa para não atingir o peso e as medidas desejadas.

Se você faz parte deste grupo, procure uma ajuda profissional. Na área médica, você conseguirá auxílio para buscar mais saúde para o seu organismo. Já o profissional da educação física poderá te ajudar a traçar um plano para se exercitar, respeitando as condições do seu corpo e focando no bem estar

Ovo: um amigo considerado por poucos

shutterstock_195673823

Há muito tempo foi confirmada a eficácia e grande importância do ovo na alimentação das pessoas. Além do baixo valor comercial, fácil preparação e digestão não foi difícil incorporar e tornar habitual o consumo deste alimento por pessoas de todas as idades e níveis sociais. O ovo contém vários nutrientes importantes ao organismo.

Considerado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um alimento de proteína padrão e de alto valor biológico, sua composição também é fonte de:

  • Vitaminas lipossolúveis: A,D, E e K;
  • Vitaminas do Complexo B incluindo a B12;
  • Minerais: ferro, fósforo, manganês, potássio e sódio.

shutterstock_245119171

Mesmo que ingerido inteiro, o ovo apresenta uma quantidade calórica baixa, cerca de 76 kcal e 7g de proteína, sendo 4g na clara e 3g na gema. Hoje, com o avanço da tecnologia e praticidade já existe o ovo desidratado, utilizado em indústrias.

A gordura da gema dos ovos é insaturada, apresentando efeitos protetores com relação à arteriosclerose. Por outro lado, na gema existe o colesterol. O consumo de ovos, às vezes, é criticado com o argumento de que o colesterol presente na gema pode ser prejudicial à saúde, estimulando a arteriosclerose.

Alguns aspectos devem ser esclarecidos. A quantidade de colesterol no sangue acima de 220 mg está estatisticamente relacionadas com a maior incidência de arteriosclerose. O colesterol, no entanto, tem funções tão importantes, que o organismo possui um complexo sistema de síntese desta substância.

Entre a funções do colesterol está a síntese de testosterona, o hormônio anabolizante natural do organismo, que é estimulado pelos exercícios, principalmente os feitos com pesos. Quando aumenta a ingestão de colesterol na alimentação, o organismo diminui a síntese, regulando as quantidades no sangue.

Pessoas com uma predisposição genética para desencadear arteriosclerose têm uma elevação do nível de colesterol no sangue mesmo sem o consumo de ovos na alimentação. Nestes casos, o ideal é o consumo isolado da clara sempre cozidas, para que possa eliminar riscos de salmonela e microorganismos que contaminam os ovos provocando perturbações intestinais.

Fatores que afetam as varizes

shutterstock_197230436

Vamos combinar que na primavera e, em especial, no verão, ter que esconder as pernas é um castigo. O gostoso é poder usar roupas mais confortáveis como saias, vestidos, bermudas e shorts. Só que muita gente tem vergonha de usar essas peças porque não está com as pernas em dia.

Celulite, estrias e as terríveis varizes são mesmo um problema. Qualquer um pode ter “vasinhos”, mas você já percebeu que os homens dificilmente sofrem com esse mal? Pois é, isso tem uma causa fisiológica: acontece que eles têm mais colágeno que nós. Portanto, podemos dizer que a pele dos moços é “menos transparente”, então as varizes só aparecem neles quando a situação é bem grave, quando as veias estão muito dilatadas e tortuosas.

Para quem ainda não sofre deste mal, as varizes surgem como pequenas veias arroxeadas ou vermelhas e em casos mais avançados podem apresentar coloração mais escura e veias salientes. A hereditariedade certamente pode ser considerada o seu principal fator, mas os níveis hormonais também estão relacionados.

No grupo de risco para adquirir as temidas varizes também está quem é obeso, mulheres que tiveram o tamanho do útero aumentado, com miomas e até as grávidas. Mas calma. É necessário que haja um aumento razoável de peso e, por consequência, da sobrecarga nas veias das pernas, para que alguém nessas condições tenha suas veias dilatadas demais.

shutterstock_253948423

Além disso, um verdadeiro vilão quando o assunto são varizes é o cigarro.  Para se ter uma ideia, uma mulher de 30 anos que tenha fumado uns 10 cigarros por dia desde que tinha 20 anos provavelmente terá o teor de colágeno semelhante ao de uma pessoa mais velha, com 42, até 45 anos. E se você ingere menos proteínas do que seu organismo precisa, cuidado. Como esses nutrientes fazem a manutenção das células, sua pele pode ficar mais flácida. Por isso, é bom ter uma dieta balanceada e que supra todas as necessidades do nosso corpo. Apesar dos vários fatores que contribuem para a má circulação nos membros inferiores, não é tão difícil amenizar as varizes já existentes.

PREVENÇÃO

Para isso, um dos melhores remédios é fazer caminhada. Com a movimentação, o retorno do sangue pelas veias fica muito mais fácil. Para prevenir, andar também funciona. No caso das mulheres que já passaram da menopausa, há tratamentos específicos, como a reposição hormonal. Hidratar a pele com as veias dilatadas e massageá-la vale a pena, em especial para casos mais graves de varizes, em que a mulher sente dores. Outra dica ótima é, sempre que possível, colocar as pernas para cima, para que fiquem pelo menos perpendiculares ao corpo.

Anotou? Então, siga as dicas e melhore o aspecto das suas pernas. Assim, elas não precisam ficar escondidas nos dias mais quentes e, de quebra, você ainda ganha em saúde.

Não sofra com as varizes no verão

shutterstock_98751593

No verão, quando as veias se dilatam por conta do calor, é comum quem tem varizes sofrer ainda mais com incômodos como dores nas pernas, inchaço, cansaço e cãibras. Isso porque o corpo, nesse período, precisa favorecer a transpiração e fazer uma troca de calor com o meio ambiente para que a pressão não fique muito alta.

No caso das varizes, o surgimento acontece porque o sangue que deveria circular até o coração fica acumulado nas pernas, formando aquelas veias mais grossas, ressaltadas e escurecidas. Além dos incômodos, há o desconforto estético, que inibem as mulheres, principalmente, de usarem shorts e vestidos no verão.

A genética, aquela passada de pai para filho, é a principal razão do surgimento das varizes. No entanto, excesso de peso, gestações e o uso de anticoncepcionais, bem como terapias de reposição hormonal e algumas atividades de trabalho que demandam longos períodos em pé ou sentado também contribuem para o problema.

Quem já tem varizes, sente dores e o incômodo estético, a recomendação é tratá-las antes da chegada do verão. Assim, dá tempo de os hematomas que surgem após o tratamento desaparecerem aos poucos sem manchar a pele, pois quando o local tratado é exposto ao sol, manchas escuras podem surgir.

Mas se não deu tempo de cuidar das varizes antes da estação quente, preste atenção nessas dicas que protegem as pernas.

  • Aplique um creme com fator de proteção solar adequado;
  • Sempre que for possível, refresque os pés com água;
  • Faça exercícios físicos. Isso ajuda o sangue voltar ao coração oxigenado, melhorando a circulação;
  • Evite expor suas pernas ao sol;
  • Aplique um creme frio e faça massagem de baixo para cima;
  • Coloque os pés para cima por alguns minutos e mova-os constantemente;
  • Beba bastante água;
  • Jamais trate as varizes sem o acompanhamento de um cirurgião vascular.

Evite o inchaço no calor

shutterstock_162433061

As altas temperaturas, típicas do verão, representam um inimigo para a circulação sanguínea. Com o excesso de calor, as veias do corpo se dilatam, o que pode causar inchaço, formigamento, sensação de peso e até dor nas pernas e nos pés. No final de um dia corrido, algumas pessoas percebem que a meia ou o calçado apertou e “marcou” a pele, então reparam no problema circulatório causado pelo calor. Isso acontece devido à vasodilatação das veias, ou seja, o corpo precisa favorecer a transpiração e fazer uma troca de calor com o meio ambiente, para que a pressão não fique muito alta.

Separamos algumas dicas para você espantar o inchaço!

  • Beba muita água: A ingestão de líquidos auxilia a circulação do sangue;
  • Diminua o consumo de sal nas refeições: O sal contribui consideravelmente para o organismo reter líquido;
  • Tenha cuidado com o excesso de peso;
  • Pratique atividades físicas: Exercitar o corpo, especialmente as pernas, contribui para a circulação correta do sangue, já que a panturrilha (batata da perna) tem um funcionamento semelhante ao do coração. Além disso, é importante uma respiração abdominal adequada, durante os exercícios;
  • Consulte um angiologista antes do início de qualquer rotina de atividade física;
  • Em repouso, eleve as pernas para melhorar a circulação sanguínea;
  • Não permaneça muito tempo em ambientes com temperaturas elevadas;
  • Movimente os pés: Durante viagens longas, use sapatos confortáveis e que não apertem os pés, caminhe dentro da aeronave ou veículo de transporte quando possível e faça exercícios com a ponta dos pés, que também auxiliam na prevenção de problemas circulatórios;
  • Não permaneça por muito tempo sentado ou em pé: Nestas posições, o retorno venoso do sangue das pernas ao coração acaba sendo prejudicado. A posição sentada, em longas viagens, por exemplo, pressiona os grandes vasos de retorno do sangue que estão nas pernas, com as dobras dos joelhos;
  • Faça um teste simples: aperte o tornozelo bem forte e veja em quanto tempo a marca da mão desaparece. Se for rápido, é um inchaço devido ao calor ou por má postura. Caso contrário, a melhor opção é consultar um especialista para identificar algum problema mais grave;
  • Use meias de compressão para auxiliar a circulação – As meias facilitam a circulação do sangue e previnem problemas mais sérios como a Trombose Venosa Profunda, que pode ser fatal.

 

AVC: 90% dos riscos surgem de apenas 10 causas

Um estudo internacional constatou que apenas 10 fatores de risco são responsáveis por 90% do risco de acidente vascular cerebral (AVC), sendo a hipertensão o fator de risco mais potente para a ocorrência do problema.

Dessa lista, cinco fatores normalmente ligados ao estilo de vida são responsáveis por 80% do risco de AVC. São eles:

  • Pressão alta,
  • Fumo,
  • Gordura abdominal,
  • Dieta,
  • Inatividade física.

shutterstock_162433061

Hipertensão

O mais importante fator de risco para AVC pode ser combatido com controle e medicamentos. Controlar a pressão sanguínea é também  importante, pois ela exerce um papel importante nas duas formas de acidente vascular cerebral: o isquêmico – causado pelo bloqueio de algum vaso sanguíneo – e o hemorrágico, no qual um vaso cerebral se rompe. Alterações no estilo de vida para controlar a pressão incluem a redução do consumo de sal e adoção ou aumento da atividade física.

Outros fatores de risco que estão entre os “top 5” na ocorrência de AVCs – alimentação rica em gorduras e pobre em fibras e inatividade física – também são modificáveis. Alimentação rica em frutas e peixes, por exemplo, foi associada a um baixo risco de AVC, de acordo com o estudo.