Doar sangue é vital

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Hoje, vamos falar de um assunto muito importante: a doação de sangue. Estamos no outono e, com as baixas nas temperaturas, é comum que os estoques do Banco de Sangue fiquem críticos. O mesmo acontece em períodos de férias escolares.

Entenda por que a sua ajuda é fundamental:

  • Doação é seguro
  • Não faz mal à saúde.
  • Não há risco de adquirir doenças infecciosas, pois todo o material utilizado é descartável.
  • Ao doar sangue a pessoa não emagrece.
  • O sangue do doador não engrossa nem afina.
  • Não vicia e não é necessário continuar doando.

Quem pode doar:

Para doar sangue, é preciso estar em boas condições físicas, ter entre 18 e 65 anos, pesar mais de 50 kg e levar um documento oficial com foto (carteira de identidade, modelo novo da carteira de motorista).

Antes de ir ao banco de sangue, certifique-se de que:

  • Tenha dormido pelo menos 6 horas nas 12h que antecedem a doação.
  • Não ingeriu bebidas alcoólicas nas 24h anteriores a doação.
  • Tenha feito uma refeição leve e com intervalo mínimo de 2 horas do almoço (a doação não pode ser feita em jejum).

Quem não pode:

  • Gestante ou mulher que teve parto ou aborto há menos de 3 meses.
  • Mulheres que amamentam.
  • Quem fez última doação há menos de 60 dias (homens), menos de 90 dias (mulheres)
  • Aqueles que ficaram gripados ou febris nos últimos 15 dias.
  • Pessoas que tiveram malária ou passaram por regiões com surto da doença nos últimos 6 meses.
  • Pessoas com histórico ou situações de exposição a doenças infecciosas transmissíveis por transfusão (hepatite após os 10 anos de idade, hepatite B ou C, doença de Chagas, sífilis, Aids, HTLV I/II).
  • Quem teve relacionamento sexual com parceiros desconhecidos (mesmo com o uso de preservativos), no último ano.
  • Pessoas que fizeram tatuagem há menos de um ano.
  • Pacientes com diabetes (com uso de insulina), epilepsia, asma ou que passaram por grandes cirurgias nos últimos 6 meses.
  • Usuários de drogas narcóticas injetáveis ou de cocaína por via nasal.
  • Casos em que o doador usa medicamentos, faz tratamento dentário, acupuntura ou tem piercing são avaliados individualmente.

No próximo post você vai entender mais sobre o procedimento e quais exames são feitos a partir da doação.

Sorrir faz bem à saúde

Parece piada, mas há quem afirme que dar boas gargalhadas diante de situações que causam dor, como quebrar uma perna, pode amenizar o desconforto. De certa forma, faz sentido: a cada sorriso o cérebro é induzido a produzir e liberar mais endorfina, o neurotransmissor relacionado às sensações de prazer e bem-estar, além de ser um potente analgésico natural.

Benefícios extras para o corpo

Além de garantir boas doses de endorfina e proporcionar bem-estar, uma boa risada ainda traz vantagens para os sistemas cardiovascular, respiratório e imunológico.

O senso de humor e o sorriso espontâneo estão relacionados a melhor qualidade de vida e percepção de bem-estar.

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Sistema cardiovascular

É ativado com o sorriso, o que aumenta a frequência cardíaca e a pressão arterial, além de provocar a vasodilatação das artérias. Esse conjunto de reações proporciona maior fluxo de sangue para todo o organismo.

Sistema respiratório

Durante a risada os pulmões passam por uma hiperventilação, o que eleva a concentração de oxigênio na circulação sanguínea e resulta em melhor distribuição de oxigênio aos tecidos.

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Sistema imunológico

Além de colaborar para a produção das células NK, as boas gargalhadas aumentam a quantidade de saliva, que também é benéfica para a imunidade.

Depois de tantos benefícios, o que vale mesmo é uma risada sincera e natural. Esta sim desencadeia os mecanismos do corpo para a produção de endorfina e a sensação de prazer e bem-estar. Então, sorria! Seu corpo e sua mente agradecem.

Coração em forma

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O melhor: quem cuida bem do coração e fica longe dos vários fatores de risco para as doenças cardíacas – como taxas elevadas de colesterol, tabagismo e obesidade – evita, além do infarto e outros problemas do coração, várias outras doenças relacionadas a hábitos pouco saudáveis. Nessa lista estão incluídos desde o câncer de pulmão, causado pelo cigarro, até a insuficiência renal crônica.

Mudança de hábito

Para deixar seu coração em forma é necessário tomar algumas atitudes:

  • fique longe dos fatores de risco
  • procure um médico cardiologista, clínico geral ou geriatra para avaliar a saúde de seu coração. Esses especialistas farão um exame clínico e poderão solicitar alguns exames diagnósticos. Se os resultados forem normais, parabéns!

Mas lembre-se: se você fuma, não pratica exercícios físicos, fica o tempo todo estressado ou se alimenta mal, a chance dessa realidade mudar é grande.

Se, no seu caso, o diagnóstico não for tão animador, acalme-se. A dieta e a prática de 30 a 60 minutos de exercícios diários já auxiliam na prevenção e na diminuição do diabetes, das taxas do colesterol e, consequentemente, do risco para doenças cardíacas. Além disso, você ainda tem à sua disposição um exército de medicamentos eficazes.

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Coração de mulher

Embora o infarto ainda seja mais frequente no sexo masculino, o problema tem crescido na população feminina. E o que é pior: dados mostram que elas acabam morrendo mais de ataque cardíaco do que eles. Após um ano após o infarto, 38% das mulheres morrem, contra 25% dos homens. Isso porque até pouco tempo, elas demoravam mais para chegar ao pronto-socorro porque não imaginavam que as dores no peito se tratavam de infarto. Afinal, doença do coração não era problema de homem? Nos dias de hoje, não mais.

Sinais de alerta

Os problemas cardíacos podem apresentar sintomas mais agudos ou bastante sutis. Fique atento aos sinais abaixo pois, caso ocorram, é hora de ir rapidamente para o pronto atendimento.

  • Tontura, fadiga, suor em excesso, aumento da frequência cardíaca, náusea ou vômitos
  • Dor torácica intermitente, que pode irradiar para as costas, ombros braços e pescoço
  • Sensação de peso e aperto no peito
  • Lábios, mãos ou pés com aspecto azulado

Estresse libera hormônios que podem detonar o coração

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Preocupações diárias com problemas pessoais, excesso de trabalho, insegurança, frustrações, pressão, entre outros sintomas de estresse, desencadeiam reações que interferem no bom funcionamento do coração. A associação destes fatores com a pré-disposição genética a problemas cardiovasculares resultam em uma espécie de bomba para o corpo. Entender a gravidade da situação é o primeiro passo para combater as ameaças.

Descarga de hormônios

Quem vive uma rotina estressante libera altos níveis de hormônios que provocam instabilidade no organismo. A adrenalina é um deles e atua aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial, o que pode culminar em um ataque cardíaco e até levar a morte. Já o cortisol, outro hormônio liberado durante situações de estresse, pode causar mortes em pessoas que já tenham doenças cardiovasculares, segundo um estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

Como combater o inimigo do coração

Especialistas aconselham quem sofre com problemas cardíacos a fugir de fatores estressores para aliviar os sintomas do estresse. Alguns hábitos podem ser incorporados à rotina para evitar danos fatais. Anote aí e deixe seu coração em forma:

  • Atividades físicas regulares,
  • Alimentação balanceada,
  • Sono sem interferência de ruídos.

Além deles, claro, há inúmeras formas de manter a saúde do coração em perfeito estado, como manter os níveis de colesterol estáveis, não fumar, não estar acima do peso, entre outros.

Sintomas de infarto: dor no peito não é único sinal

 

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As doenças cardiovasculares são líderes em morte no mundo, sendo responsáveis por quase 30% das mortes no Brasil. Dentre estas, o Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) é a causa principal. A mortalidade hospitalar por infarto agudo na internação é alta, e maior quanto mais demorado o tempo entre o início dos sintomas e o atendimento final.

Os fatores de risco para o infarto são:

  • obesidade,
  • hipertensão,
  • colesterol alto,
  • estresse,
  • diabetes ou infartos anteriores.

Homens na meia idade e mulheres após a menopausa são os mais afetados pelo problema.

O infarto acontece quando parte do músculo cardíaco morreu por falta de oxigênio. A nutrição do músculo é feita pelas artérias coronárias, que levam sangue e nutrientes até o coração. Se uma artéria dessas “entupir” – que ocorre quando uma placa de gordura perto da parede interna do vaso rompe – o fluxo de sangue é interrompido e aquela área entra em sofrimento (causando dor) e se esse fluxo não for reestabelecido a tempo, o tecido morre.

Identificando o infarto

A dor do IAM é uma sensação mal definida, surda, que pode se alojar em qualquer local entre o lábio inferior e a cicatriz umbilical. Ainda que a maioria das pessoas sinta dor no meio do peito, em aperto, espalhando para o braço direito, vemos com muita frequência apresentações menos características, como dor no queixo e nas costas. As características do infarto em mulheres são muito menos típicas, com queixas de queimação ou agulhadas no peito ou ainda falta de ar sem dor. Qualquer dor nessas regiões que se mantêm por mais de 20 minutos deve ser investigada e considerada doença grave, especialmente se associada aos seguintes sintomas:

  • Vômitos
  • Suor frio
  • Fraqueza Intensa
  • Palpitações
  • Falta de ar.
  • Barriga pode medir os riscos de infarto
  • Por que o infarto acontece?
  • Previna doenças crônicas

Na presença dessas sensações, é de extrema importância procurar ajuda no pronto socorro mais próximo em no máximo uma hora. Conforme o tempo passa a dor diminui, mas o dano torna-se mais extenso e irreversível. Após 12 horas de dor, o músculo em sofrimento já morreu quase por completo.

 

Estresse libera hormônios que podem detonar o coração

 

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O estresse é um inimigo do coração. As tensões emocionais propiciam doenças cardiovasculares aos montes. Já foi comprovado cientificamente que a alta liberação de hormônios em situações estressantes perturba o organismo, provocando reações que englobam desde o aumento da pressão arterial a um fulminante ataque cardíaco.

Preocupações diárias com problemas pessoais, excesso de trabalho, insegurança, frustrações, pressão, entre outros sintomas de estresse, desencadeiam reações que interferem no bom funcionamento do coração. A associação destes fatores com a pré-disposição genética a problemas cardiovasculares resultam em uma espécie de bomba para o corpo. Entender a gravidade da situação é o primeiro passo para combater as ameaças.

Estresse x coração

Estar sob um estado de tensão mexe com o funcionamento do cérebro. Quem vive uma rotina estressante libera altos níveis de hormônios que provocam instabilidade no organismo. A adrenalina é um deles. Ela atua aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial, o que pode culminar em um ataque cardíaco e até levar a morte. Já o cortisol, outro hormônio liberado durante situações de estresse, pode causar mortes em pessoas que já tenham doenças cardiovasculares, segundo um estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

Como combater o inimigo do coração

Especialistas aconselham quem sofre com problemas cardíacos a fugir de fatores estressores para aliviar os sintomas do estresse. Alguns hábitos podem ser incorporados à rotina para evitar danos fatais. Atividades físicas regulares, alimentação balanceada, sono sem interferência de ruídos já são de grande ajuda no combate ao inimigo. Além deles, claro, há inúmeras formas de manter a saúde do coração em perfeito estado, como manter os níveis de colesterol estáveis, não fumar, não estar acima do peso, entre outros.