Entenda o que é o infarto

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O infarto do miocárdio nada mais é do que a morte do músculo cardíaco por falta de irrigação. Isso acontece quando alguma coronária o nome das artérias da nossa bomba fica entupida, num processo chamado aterosclerose, obstruindo a passagem de sangue que leva oxigênio e nutrientes aos tecidos. Se isso durar mais que 20 minutos, o dano é irreversível e as células são destruídas.

Nem sempre os sintomas são tão evidentes: além da clássica dor ou aperto no peito e da falta de ar, a pessoa pode sentir enjoos, dores nos braços, no pescoço, nos ombros e nas costas, e até desmaiar. Mas às vezes a vítima nem chega a sentir nada.

No tratamento, podem ser usados desde remédios para revascularizar a área atingida até procedimentos como a angioplastia, que devolve a irrigação através de um cateter que viaja pelos vasos até o coração. Lá, infla-se uma espécie de balão que alarga as artérias estreitadas, liberando a passagem do sangue. Muitas vezes coloca-se também um stent, espécie de molinha que mantém a abertura por onde circula o líquido.

A taxa de sucesso dessas técnicas chega a 90%. Nos casos mais graves, quando há vários bloqueios em grandes artérias, a saída é a cirurgia de ponte de safena. Nela, o médico constrói uma espécie de desvio no local da obstrução usando um pedaço da veia safena, por onde o sangue passa a circular normalmente.

Sal: é possível substituí-lo por outros temperos

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O sódio é um nutriente importante para o equilíbrio do organismo, mas seu excesso pode contribuir para o desenvolvimento ou agravo de diversas doenças.

O sal de cozinha, quimicamente conhecido como cloreto de sódio (NaCl), além de agregar um sabor especial às refeições, tem importante ação em diversas atividades do organismo, como na transmissão de impulsos nervosos e contração muscular. Porém, sua ingestão excessiva está associada ao desenvolvimento ou agravo de diversas doenças, como a hipertensão arterial e problemas renais.

Para quem não sabe, a ingestão diária deve ser menor a dois gramas de sódio. A orientação da OMS de 2013 recomenda uma ingestão menor a 2 g de sódio por dia, equivalente à 5g de sal. Isso corresponde a uma colher de chá rasa ou cinco pacotinhos de sal servidos em restaurantes, já que cada um contém um grama. Vale ressalvar que o sódio está presente em diversos alimentos e não somente no sal de cozinha. Ele consta como ingrediente em produtos industrializados, devendo o seu valor apresentado nestes alimentos ser considerado na meta diária de ingestão de 2g.

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O sal em nosso consumo nos dias de hoje

No Brasil, um estudo populacional recente indica que o valor médio de consumo de sal e sódio por habitante é de aproximadamente 11 g e 4,5g por dia, respectivamente, ou seja, o dobro da recomendação atual. Nesta pesquisa a maior ingestão de sódio foi proveniente de produtos industrializados e do sal de cozinha, correspondendo os dois juntos a cerca de 4 dos 4,5g consumidos diariamente.

Para alcançar o objetivo estabelecido pela OMS, entre as ações necessárias, a mais simples se inicia no fogão. Outros temperos podem ser utilizados em substituição ao sal no preparo de suas refeições. Para substituir o sal na refeição, podem ser utilizadas ervas aromáticas e temperos naturais, como alho, cebola, salsão, alho poro, salsa, cebolinha, limão, louro, gengibre, orégano, curry, páprica, manjericão, noz-moscada, entre outros.

Veja uma lista com sugestões de onde usar os temperos naturais:

  • Manjericão: massas e molhos a base de tomate. É o ingrediente principal do molho “pesto”, feito à base de manjericão, alho e o azeite de oliva.
  • Alecrim: carnes brancas e tubérculos, como a batata comum ou doce.
  • Cebolinha: preparações de ovos, legumes e todos os tipos de salada.
  • Orégano: molhos a base de tomate, pizzas e carnes vermelhas.
  • Salsa ou salsinha: carnes vermelhas ou brancas, tubérculos, legumes, molhos e sopas.
  • Tomilho: carnes ensopadas, aves, legumes e batatas.
  • Louro: para aromatizar ensopados, arroz, feijão, sopas, carnes ensopadas e molhos.
  • Coentro: peixes, frutos do mar e sopas.
  • Açafrão: molhos, carnes, sopas e arroz.
  • Canela: ensopados e doces caseiros.
  • Curry: aves e peixes.
  • Noz-moscada: molhos brancos, omeletes, purês.
  • Baunilha: bolos e doces.
  • Gengibre: peixes.

 

Alimentação para diabéticos

 

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As recomendações nutricionais para esses indivíduos não são tão diferentes da população em geral. A pirâmide alimentar é um guia com o objetivo de propiciar uma noção de proporcionalidade entre os grupos alimentares e a quantidade dos alimentos que devem ser consumidos ao longo do dia. Uma alimentação equilibrada é aquela que contém todos os nutrientes: carboidratos, proteínas, gorduras, sais minerais, vitaminas, fibras vegetais e água

Dicas para uma boa alimentação

  • Para evitar episódios de hipoglicemia ou hiperglicemia, faça o fracionamento da dieta, fazendo de cinco a seis refeições ao dia, a cada três horas, com alimentos variados em pequena quantidade.
  • Realize as refeições em local tranquilo, mastigando bem os alimentos. A boa mastigação contribui para uma boa digestão e melhor saciedade.
  • Comece a refeição sempre pela salada para aumentar a saciedade, varie os tipos de verduras, legumes e frutas.
  • Evite tomar líquidos durante as refeições, mas mantenha a boa hidratação, consumindo em média dois litros de água por dia – se não houver nenhuma restrição.
  • Evite frituras e alimentos gordurosos. Prefira assados, grelhados e cozidos.

Atenção ao consumo de sal! Tempere os alimentos com ervas aromáticas, temperos naturais. Eles realçam o sabor e dão cor aos alimentos, além de enriquecer o valor nutricional. A gente vai falar sobre o sal no próximo post, fique ligado!

É imprescindível que o tratamento e o controle do diabetes seja acompanhado por um médico e por uma nutricionista para auxiliar a montar um plano nutricional individualizado, considerando características como idade, nível de atividade física, peso, altura, hábitos alimentares, utilização de hipoglicemiantes ou insulina.

 

Alimentos amigos do colesterol

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O colesterol até pouco tempo era encarado como um mal para o organismo. São atribuídas a ele, quando em excesso, as doenças cardiovasculares. O que é verdade. Entretanto essa gordura – essencial para a vida – passou a ser vista de forma positiva.

O colesterol é responsável por todas as membranas que envolvem as células e auxilia nos processos de metabolismo. Também é necessário para o crescimento e regeneração celular e, além de estar presente no sangue e em todos os tecidos, colabora com a produção dos hormônios sexuais e do cortisol.

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Alimentos do bem

Tanto o colesterol bom quanto o ruim fazem parte do nosso organismo. Os 70% do colesterol que circulam pelo sangue são sintetizados pelo organismo e os outros 30% vêm da alimentação.

O excesso de LDL no sangue gera o acúmulo de placas de gordura nas artérias. E quanto maior o acúmulo de gordura, maiores as chances de sofrer problemas cardiovasculares

E para colaborar com a eliminação do excesso de colesterol pode-se consumir alimentos considerados amigos do HDL. Há alimentos que além de combaterem o colesterol ruim, colaboram para aumentar os níveis do bom.

Fibras

As solúveis, como o farelo de aveia, ajudam a reduzir os níveis de LDL no sangue. Também são encontradas fibras solúveis na aveia, nos feijões, nas ervilhas, nas frutas cítricas e nas maçãs.

Morango e cereja

Ajudam a combater os radicais livres, o que melhora o funcionamento do sistema cardiovascular.

Uva vermelha

Possui grande quantidade de quercetina – antioxidante que auxilia no aumento do bom colesterol.

Jabuticaba e amora

As antocianinas – pigmentos presentes em frutas de coloração roxa e vermelha – têm ação antioxidante que traz importante contribuição para o sistema circulatório. Na jabuticaba, o antioxidante é encontrado apenas na casca.

Berinjela

Com alto teor de fibras, colabora com a diminuição da gordura que circula pelo sangue. É também rica em flavonoides, antioxidantes que dificultam a formação das placas de gordura nas artérias.

Azeite

O tipo extravirgem reduz os níveis de colesterol ruim e aumenta o colesterol bom. Dessa forma, previne doenças cardíacas e aterosclerose. É fonte abundante de gordura monoinsaturada, considerada a mais benéfica para o coração.

Abacate

Assim como o azeite é rico em gordura monoinsaturada que age como antioxidante, bloqueando o colesterol ruim.

Salmão, sardinha e atum

Ricos em ômega-3, ácido graxo que auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares porque inibe a coagulação sanguínea e a formação de plaquetas, além de controlarem o colesterol e os triglicérides.

Soja

Possui isoflavonas, consideradas o fito-hormônio com as mesmas propriedades do estrógeno. A ação das isoflavonas e das proteínas reduz o colesterol ruim, aumenta o bom e inibe a aterosclerose.

 

Colesterol: o bom e o mau

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O colesterol bom, chamado de HDL (do Inglês, High Density Lipoproteins) protege o organismo, recolhendo o colesterol ruim depositado nos vasos sanguíneos para ser eliminado pelo fígado.

O ruim, LDL (do Inglês, Low Density Lipoprotein) é aumentado por fatores como erro alimentar e excesso de peso e, geralmente, está associado a outros fatores de risco como diabetes, tabagismo e pressão alta. Quando presente em grande quantidade no organismo pode provocar o entupimento das artérias – aterosclerose, responsável por problemas cardiovasculares como infartos e derrames. O excesso de LDL no sangue gera o acúmulo de placas de gordura nas artérias. E quanto maior o acúmulo de gordura, maiores as chances de sofrer problemas cardiovasculares.

O principal determinante do colesterol é genético. Isso quer dizer que a pessoa pode ter uma dieta rica em gorduras e o nível de LDL no sangue ser baixo porque seu fígado consegue eliminar o excesso de forma adequada. Por outro lado, alguém com uma dieta equilibrada pode ter os níveis altos porque o organismo não é capaz de eliminar tão bem as gorduras. Por isso é errado afirmar que só obesos tem colesterol alto. 😉

Azeite e o consumo diário

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Nos países do sul europeu, na região do Mediterrâneo, o azeite é a base da cozinha. Lá, esse ingrediente é utilizado no preparo de toda refeição – que contempla verduras, legumes, frutas e peixes – e não só para temperar as saladas, como acontece no Brasil.

As pesquisas mostram que o consumo usual ajuda a equilibrar os níveis de colesterol no sangue, ou seja, enquanto diminui o ruim, aumenta o bom. Do ponto de vista médico, essa é a dieta mais saudável por ser livre de gorduras prejudiciais ao organismo e, principalmente, por privilegiar alimentos benéficos como o peixe, o azeite e o vinho. Uma prova disso é a longevidade dos habitantes da região, que ultrapassam os 80 anos com baixos índices de problemas cardíacos.

Nesses países o consumo de azeite equivale a duas colheres de sopa por dia por habitante – que é a recomendação do Food and Drug Administration (FDA), órgão regulamentador americano, do setor alimentício e de medicamentos.

Um dos fatores que colabora para o consumo é a produção local. Boa parte do azeite consumido em todo o mundo vem de países como Espanha, Portugal e Itália. Como não temos produção nacional, no Brasil o preço é alto e o azeite é deixado em segundo plano no nosso cardápio.

Como utilizar

Mas como utilizar o azeite na alimentação? Uma boa dica é colocá-lo nas preparações frias e nas que têm aquecimento brando, como refogados e ensopados. O ingrediente não deve nunca ficar muito tempo no fogo. Ao utilizar o azeite para cozinhar, alguns componentes importantes como os antioxidantes podem ser alterados, o que diminui seus benefícios.

Azeite, um aliado do coração


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Os alimentos ricos em gorduras saturadas e trans são altamente prejudiciais porque aumentam as chances do desenvolvimento da aterosclerose: acúmulo de placas de gordura nas artérias do coração e do cérebro, podendo levar a infarto e derrame. Já o consumo de azeite está associado a baixos níveis de colesterol ruim (LDL), aquele que prejudica o coração.

Ele também é rico em antioxidantes, como os polifenois, capazes de combater os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento das células. O benefício? Efeito protetor contra uma série de doenças degenerativas, entre as quais a cardíaca.

Outra vantagem é a grande concentração de gordura monoinsaturada – a mais benéfica para o coração – por capturar o excesso de colesterol ruim em circulação no sangue. Se comparado a outros óleos, o azeite ganha disparado na quantidade dessa gordura: ela é responsável por 77% de sua composição contra 24% presentes no óleo de soja, um dos mais utilizados no Brasil.

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Tipo extravirgem: o melhor

O campeão nas vantagens para a saúde é o azeite extravirgem. Pesquisas recentes identificaram mais uma qualidade sua: a possibilidade de aumentar o colesterol bom (HDL). Dados apontam que o consumo usual ajuda a equilibrar os níveis de colesterol no sangue, ou seja, enquanto diminui o ruim, aumenta o bom.

Um atributo importante para determinar a qualidade do azeite é o grau de acidez, considerado um índice de qualidade em legislações como a da Anvisa. A relação é simples: quanto menor a acidez, maior a pureza e, por consequência, os benefícios à saúde.

O extravirgem é o mais puro dos azeites, com grau de acidez não superior a 1% para cada 100g. O tipo virgem chega a 2% de acidez por 100g e os que apresentam grau de acidez superior a 2% passaram por mais etapas durante a elaboração e, em geral, são misturados a outros óleos, como o de soja, o que diminuiu sua qualidade.

Alimentos que devem ser consumidos com moderação

Agora, a gente fala de alimentos que você pode consumir, afinal, viver não deve ser um castigo. No entanto, se faz necessário ter moderação. Vamos lá?

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Sanduíches de fast-food: ricos em gorduras saturadas, gorduras trans, sódio (um dos componentes do sal) e carboidratos simples, que podem ser considerados açúcares. Essas substâncias causam problemas cardiovasculares.

Frituras preparadas com gordura hidrogenada: ricas em gordura trans, em geral são preparadas em lanchonetes e redes de fast-food. Entre elas estão os quibes, coxinhas, pastéis e as batatas fritas, que são temperadas com grandes quantidades de sal. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda no máximo 2 gramas de gordura trans por dia, mas uma porção média de batatas fritas de fast-food chega a ter 8 gramas.

Azeite de dendê

Não deve ser a opção para cozinhar, por ser rico em gorduras saturadas. Para cozinhar, prefira óleos como os de canola, girassol e milho.

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Manteiga e margarina

A manteiga tem em sua composição 80% de gordura saturada e algumas marcas possuem alto teor de sal. Já algumas margarinas vêm sendo produzidas livres de gordura trans. As margarinas mais saudáveis são as claras e macias.

Embutidos

Salame, mortadela, linguiças, salsichas e presunto gordo, entre outros, apresentam grandes quantidades de gordura trans e de sal, o que tem um impacto bastante negativo sobre a pressão arterial.

Bolos industrializados

Um dos componentes de praticamente todos os produtos industrializados das padarias é a gordura trans, além da gordura saturada e do açúcar. É preciso estar alerta pois boa parte desses produtos faz parte do dia-a-dia. Recomendo sempre observar os rótulos e verificar as quantidades de gorduras.

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Biscoitos industrializados

A maioria, inclusive os do tipo cream-craker, apresenta gordura trans em sua composição. Por exemplo, uma porção de seis biscoitos cream-craker oferece quatro gramas de gordura trans, enquanto quatro biscoitos waffer oferecem quase três gramas.

Salgadinhos e petiscos industrializados

Ricos em gorduras trans, em geral são fritos e levam boa quantidade de sal e temperos industrializados. Algumas marcas estão tirando a gordura trans da composição. Em hipótese alguma os salgadinhos devem substituir uma refeição, eles podem ser consumidos de forma moderada e pouco frequente.

Carnes gordas

Evite cortes gordos e o excesso de carne em churrascarias. As carnes oferecidas em rodízios são enriquecidas com gordura para ficarem ainda mais macias. Em casa, prefira as carnes refogadas, assadas e grelhadas.

 

 

Alimentos para o coração: como servir saúde à mesa

Os alimentos ricos em gorduras saturadas e trans são altamente prejudiciais porque aumentam as chances do desenvolvimento da aterosclerose: acúmulo de placas de gordura nas artérias do coração e do cérebro, podendo levar a infarto e derrame. Mas não é proibido comer nada, basta saber o que faz mal e consumir de forma bastante moderada.

Alimentos que favorecem o coração

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Soja, feijão, lentilha, grão de bico

Alimentos ricos em fibras, proteínas, vitaminas, minerais e antioxidantes. As proteínas auxiliam na redução do colesterol. Os grãos são muito benéficos para o coração porque – além de ajudar a manter bons os níveis de colesterol – colaboram para diminuir a absorção de açúcar.

Tomate

Rico em licopeno – substância que dá a cor avermelhada e está presente também na melancia, pimentão, beterraba e goiaba –, é um grande aliado na prevenção de doenças cardiovasculares por sua ação antioxidante. É preferível o tomate em molhos, pois a concentração de licopeno é maior.

Peixes

Os de águas salgadas profundas, como sardinha, salmão, atum, anchova, truta, arenque e cavala, são ricos em ômega-3, uma gordura saudável que auxilia a reduzir o colesterol ruim (LDL). Recomenda-se consumir esses peixes pelo menos três vezes por semana. Os frutos do mar também são saudáveis para o coração, apesar de terem colesterol, o que não ocorre com os peixes.

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Azeite

Possui gordura monoinsaturada, a mais saudável de todas. É fonte de vitamina E, entre outras, e apresenta minerais e compostos antioxidantes como os polifenois. O azeite é capaz de diminuir o colesterol ruim e aumentar o bom. Prefira consumir o azeite extravirgem, que é o mais puro e garante todos os nutrientes.

Alho

Algumas pesquisas indicam que ele pode auxiliar na prevenção das doenças cardiovasculares, pois pode reduzir o colesterol ruim e a pressão arterial. Estudos com resultados positivos sugerem uma ingestão diária de 20g de alho cru, isso porque o calor usado para cozinhar destrói seus princípios ativos.

Aveia

Fonte de fibras solúveis, além de deixar por mais tempo a sensação de saciedade, ajuda a reduzir os níveis de colesterol.

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Banana

Outra fonte de fibras solúveis e também rica em potássio, um mineral importante para o bom funcionamento da função muscular cardíaca. Pacientes que usam diuréticos para o combate à pressão alta, em geral, são aconselhados a comer duas ou três bananas por dia, o que ajuda a repor o potássio eliminado na urina.

Castanhas

Castanha-do-brasil, amêndoas, avelãs, nozes, amendoim e macadâmias são ricos em gorduras poliinsaturadas. Apresentam grandes quantidades de proteínas, fibras, selênio, cálcio, ferro, potássio, zinco, vitamina E, ácido fólico e magnésio. A porção recomendada é de seis unidades por dia. Deve-se ter cuidado com a ingestão em excesso, pois as frutas oleaginosas possuem alto valor calórico.

Vinhos

Os compostos responsáveis pelos benefícios ao coração estão na uva, o que torna o consumo do suco ou da própria fruta tão eficaz quanto o do vinho. O resveratol, substância com efeito antioxidante presente em maior concentração nas uvas vermelho-escuras, se destaca pela capacidade de reduzir os riscos de doenças cardiovasculares.

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Chocolate

Prefira os escuros, em especial o tipo amargo, rico em flavonoides e ácido gálico, antioxidantes que ajudam a proteger os vasos sanguíneos e promovem a saúde do coração. Os mesmos benefícios não foram encontrados no chocolate ao leite nem na versão branca. O consumo deve ser moderado, porque o chocolate é calórico e também tem gorduras.