INFARTO: MAIS GRAVE NAS MULHERES

shutterstock_257017855

Até os 60 anos de idade, os homens têm mais propensão a desenvolver problemas cardíacos que as mulheres. A questão é biológica porque as mulheres têm o hormônio estrógeno, que confere certa proteção às coronárias, dificultando entupimentos e, consequentemente, a angina e o infarto.

O estrógeno age no metabolismo do colesterol aumentando os níveis do colesterol bom (HDL) e diminuindo os do ruim (LDL). Isso diminui a chance de formar obstruções. Mas essa proteção vale para mulheres que não estão expostas aos fatores de risco. Hipertensão, colesterol, diabetes, obesidade, estresse e hábitos nocivos como alimentação inadequada, sedentarismo e, principalmente, o tabagismo, superam a proteção promovida pelo estrógeno.

Além disso, quando entram na menopausa, elas param de produzir estrógeno, o que as deixa mais suscetíveis a problemas cardíacos. E não adianta recorrer à reposição hormonal, uma vez que grandes estudos provaram que não há melhora na saúde cardiovascular das mulheres menopausadas.

Infartos mais graves

Quando mulheres sofrem ataques cardíacos, elas têm duas vezes mais risco de morrer que eles, mesmo estando em condições iguais. É preciso entender que o infarto é mais fatal nas mulheres. E quando saem ilesas, acabam ficando mais tempo internadas. Um dos motivos é que as artérias coronárias delas são mais estreitas, o que facilita o entupimento e o agravamento do infarto. Outro é a demora na procura do atendimento. Sim, apesar de serem mais cautelosas no cuidado com a saúde, elas demoram mais a procurar atendimento no caso de um infarto. A dor menos intensa e a preocupação de não se ausentar das tarefas do dia a dia podem ser algumas das explicações para isso.

Os sintomas também são diferentes entre os sexos. Enquanto os homens vivenciam os clássicos sintomas de dores fortes no peito e formigamento no braço, as mulheres sentem fadiga intensa, náuseas e dor na boca do estômago. Como são sintomas mais genéricos, muitas vezes ela não se dá conta de que pode estar infartando e confunde com uma doença qualquer.

Independentemente do sexo, tanto homens quanto mulheres devem ficar atento à saúde do coração. No Brasil, uma pessoa morre a cada cinco minutos vítima de parada cardíaca (muitas vezes causada pelo infarto), sendo essa a primeira causa de morte no país. Lembre-se que, se há diferenças para homens e mulheres, os cuidados são iguais para ambos os gêneros. Identificar e controlar os fatores de risco, evitar o tabagismo e manter atividade física regular e alimentação saudável durante a vida é um dever de ambos.

 

 

As 4 doenças que mais matam

shutterstock_381858481

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), as doenças cardiovasculares são as principais causas mundiais de morte. No Brasil, 300 mil pessoas morrem anualmente, ou seja, um óbito a cada dois minutos é causado por esse tipo de enfermidade.

Embora fatores não modificáveis, como predisposição genética, contribuam para a ocorrência de tais doenças, essas estatísticas podem ser explicadas principalmente pelos maus hábitos de vida da população. Alimentação não balanceada, rica em gordura saturada, aliada ao sedentarismo, ao sobrepeso, à hipertensão, ao diabetes e ao tabagismo, por exemplo, aumenta consideravelmente o risco de o indivíduo ter um problema cardíaco no futuro.

Várias enfermidades estão no guarda-chuva das doenças cardiovasculares. Enumeramos as 4 que mais levam a óbito no Brasil.

  1. Infarto agudo do miocárdio

O infarto agudo do miocárdio é provocado pela falta de sangue e oxigênio no músculo cardíaco, devido à obstrução da artéria coronária, levando ao quadro de dor no peito, sudorese, falta de ar e mal estar. Ao sinal dos primeiros sintomas, a busca por ajuda é crucial, pois a cada minuto que passa o risco de óbito aumenta em 10%.

  1. Doença vascular periférica

Decorre do depósito de gordura com obstrução das artérias periféricas do corpo. Nos membros inferiores, por exemplo, ocorre redução do fluxo de sangue para as pernas, com queixas de dor e de dificuldade para caminhar associadas à queda da temperatura local com dormência.

  1. Acidente vascular cerebral

As placas de gordura depositadas nos vasos sanguíneos cerebrais podem obstruir um vaso cerebral intracraniano, levando ao quadro de dor de cabeça, tontura e paralisia de um braço, perna e face. Dependo da extensão da lesão, pode comprometer a fala e os processos neurológicos. O socorro imediato pode diminuir as sequelas e a chance de óbito.

  1. Morte Súbita

Compreende o quadro de óbito de forma súbita, ou seja, quando não há chance de socorro, sendo causado, principalmente, pelo infarto agudo do miocárdio.

Cuidados com o Inverno

shutterstock_70777717

Todos os anos, com a chegada do Inverno, enfrentamos oscilações de temperatura e baixa umidade relativa do ar. O ar mais seco aumenta a concentração de poluentes na atmosfera e, as baixas temperaturas e poluição do ar aumentam os riscos de doenças respiratórias e cardiovasculares. As alterações climáticas desta estação nos predispõem a diversas doenças respiratórias como resfriado, gripe, crise de asma, bronquite, sinusite e pneumonia. Os principais vilões são os vírus respiratórios que causam o resfriado e a gripe, sendo transmissíveis por gotículas respiratórias.

Por outro lado, a exposição à poluição, típica de um dia mais seco, também pode levar ao aumento da coagulação do sangue e inflamação sistêmica – que estão associados aos eventos trombóticos que ocorrem no infarto e acidente vascular cerebral. Além disso, as infecções respiratórias também podem gerar ainda mais estresse para o organismo, e acentuar ainda mais os riscos. Por isso, durante o inverno, as doenças cardiovasculares são mais frequentes, sendo assim, devemos nos proteger e ficarmos alertas.

Dicas úteis para evitar as doenças respiratórias e cardiovasculares durante o Inverno:

  • Mantenha o organismo hidratado
  • Evite fumar ou se expor a ambientes com muita poeira ou fumaça
  • Mantenha o ambiente arejado. As bactérias e vírus se disseminam em ambientes fechados
  • Lave as mãos com frequência
  • Mantenha as vacinas em dia
  • Aqueça o ambiente de trabalho e da casa nos dias mais frios, mantendo a umidade adequada
  • Utilize roupas adequadas e luvas quando houver necessidade de se expor ao ar livre em dias frios
  • Mantenha hábitos saudáveis como tempo de sono adequado, alimentação saudável, exercícios físicos.

O que é cardiomegalia?

shutterstock_112082681

A doença é caracterizada pelo aumento no tamanho do coração e geralmente acontece em consequência de doenças como hipertensão arterial ou doenças coronárias. Alguns casos podem ter relação com a doença de chagas. A cardiomegalia afeta a insuficiência cardíaca e, em alguns casos, o coração atinge um tamanho de até 50% maior do que o normal.

A doença faz pacientes em todas as idades, homens ou mulheres. Após os 20 anos de idade já é possível sentir alguns sintomas da doença. Com isso, o paciente já pode diagnosticar o problema precocemente e tratar no tempo ideal para manter a qualidade de vida ideal.

Como se adquire?

A doença acontece por conta do esforço que o coração exerce. A consequência da doença se dá aos pacientes que possuem pressão alta e sofrem também de doenças coronarianas.

Quem sofre dessa doença, passa por problemas como a dificuldade em circular o sangue, pois com o aumento do tamanho, o coração não bombeia o sangue com a força adequada para manter a rotatividade normal. Essa doença pode desenvolver outros problemas de saúde que afetam o coração e tendem a mudar a rotina e dia a dia do paciente.

Sintomas

Os principais sintomas da doença são a falta de ar e também a fraqueza. Esses sintomas aparecem principalmente quando o paciente realiza alguns esforços físicos. É possível que alguns pacientes desenvolvam o sintoma do desmaio. A dificuldade de respiração e tosse também pode estar relacionada a essa doença, bem como as dores no peito.

Como prevenir

A doença não apresenta medidas preventivas. Aconselha-se que o paciente, além de sempre prezar pelo bem estar e a qualidade de vida, mantenha uma alimentação saudável, incluindo a prática de exercícios. A alimentação sempre é uma forma de prevenir doenças. Neste caso, alimentos que contenham muita gordura e oleosidade devem ser evitados. Para isso, procure um médico que possa indicar uma dieta adequada.

Cuidados com a saúde no Outono e no Inverno

shutterstock_142464652

Todos os anos, com a chegada do outono e inverno, enfrentamos oscilações de temperatura e baixa umidade relativa do ar. O ar mais seco aumenta a concentração de poluentes na atmosfera e as baixas temperaturas e poluição do ar aumentam os riscos de doenças respiratórias e cardiovasculares. As alterações climáticas desta estação nos predispõem a diversas doenças respiratórias como resfriado, gripe, crise de asma, bronquite, sinusite e pneumonia. Os principais vilões são os vírus respiratórios que causam o resfriado e a gripe, sendo transmissíveis por gotículas respiratórias.

Os ambientes fechados são propícios para a disseminação destes vírus, pois as gotículas respiratórias também contaminam o ambiente. Por isso, é importante manter ambientes ventilados e lavar as mãos com frequência. Isso porque as bactérias causadoras da pneumonia e da sinusite, muitas vezes, se aproveitam da queda da imunidade e das defesas do organismo ocasionadas pelas infecções virais.

O organismo e as variações de temperatura

O aumento da pressão arterial e da tendência à coagulação do sangue ocorrem com a exposição ao frio e podem estar envolvidas com o maior risco de doenças cardiovasculares como infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral e arritmias. Por outro lado, a exposição à poluição, típica de um dia mais seco, também pode levar ao aumento da coagulação do sangue e inflamação sistêmica – que estão associados aos eventos trombóticos que ocorrem no infarto e acidente vascular cerebral.

Como se proteger?

Aquecer o ambiente de casa ou trabalho, evitar mudanças de temperatura sem proteção adequada como luvas e casacos são algumas medidas preventivas nos dias mais frios. Nos dias secos, evite exercícios físicos no meio do dia e perto de vias de grande circulação e ingira bastante líquido.  Dicas úteis para fugir das doenças respiratórias e cardiovascualres nesse inverno:

* Faça uma visita de rotina ao seu médico antes do frio chegar se você tiver doenças pulmonares ou cardiovasculares crônicas;

*Mantenha o organismo hidratado;

* Evite fumar ou se expor a ambientes com muita poeira ou fumaça;

* Mantenha o ambiente arejado. As bactérias e vírus se disseminam em ambientes fechados;

* Lave as mãos com frequência;

*Mantenha as vacinas em dia;

*Aqueça os ambientes de trabalho e de casa nos dias mais frios, mantendo umidade adequada;

*Utilize roupas adequadas e luvas quando houver necessidade de se expor ao ar livre em dias frios;

*Mantenha hábitos saudáveis como tempo de sono adequado, alimentação saudável, exercícios físicos.

Frutas do outono e seus benefícios para a saúde

O outono chegou e, com ele, toda uma nova safra de alimentos fresquinhos e deliciosos para dar aquela incrementada no cardápio do dia a dia. Sempre devemos comprar os legumes, as verduras e as frutas da estação, pois é nessa época que você vai encontrar os itens mais frescos e com maior concentração de nutrientes. Além disso, a maior oferta também faz bem para o bolso: você pode escolher as unidades mais bonitas e ainda pagar mais barato por elas!

shutterstock_400051756

Abacate – Famoso por ser boa fonte de gordura monoinsaturada benéfica para o coração, o abacate ainda contêm vitamina B6, vitamina E, magnésio e ácido fólico. Seu teor de potássio é três vezes maior que o presente na mesma quantidade de banana! Essa fruta super cremosa ainda contém fitoesteróis e fibras solúveis, que reduzem o colesterol e estabilizam a glicemia. Coloque uma fatia de abacate num sanduíche que também contenha tomate e as gorduras monoinsaturadas do abacate irão maximizar a absorção do licopeno e do betacaroteno do tomate.

Caqui – Os caquis frescos contêm uma ampla gama de antioxidantes, como vitamina A, betacaroteno, licopeno, luteína, zeaxantina e criptoxantina. Esses compostos funcionam como protetores contra os perigosos radicais livres na corrente sanguínea. Caquis também são uma boa fonte de vitamina C, outro poderoso antioxidante,fornecendo até 80% da necessidade diária desta vitamina em uma única porção. Ao incluir esta fruta no cardápio, você ainda vai se beneficiar de boa quantidade de vitaminas do complexo B, fibras e dos minerais manganês, cobre e fósforo.

shutterstock_397144717

Figo – É muito rico em fibras, potássio manganês e uma fonte rara de cálcio em frutas, o que o torna muito conveniente para veganos. Embora sejam calóricos, os figos secos são um lanche nutritivo, fornecendo cerca de 10% da Ingestão Diária Recomendada (IDR) de cálcio, além de quantidades razoáveis de vitamina B6. Consumir figos com frutas cítricas ou outra fonte de vitamina C maximiza a absorção de seu ferro.

Goiaba – É mais uma das frutas do outono que é ótima fonte de vitamina C e também contém boas quantidades de vitamina A e flavonoides, como licopeno, luteína e criptoxantina. A goiaba também é boa fonte de potássio, vitaminas do complexo B, vitamina E e vitamina K, além de minerais como magnésio e cobre. Por fim, contém impressionantes 5,4 g de fibras em 100 g de fruta.

shutterstock_409253191

Kiwi – É bastante nutritivo: contém tanto potássio quanto uma banana e mais vitamina C do que quase qualquer outro alimento. Dois kiwis fornecem 150 mg da vitamina C, mais do que uma xícara de suco de laranja fresco. Também é fonte de vitamina E, e as sementes podem ser trituradas para produzir óleo de kiwi, muito rico em ácido alfa-linoleico, um importante ácido graxo essencial ômega-3. O kiwi também contém actinidina, uma enzima que produz efeito amaciante em saladas e carnes.

Maracujá – A fruta madura tem a casca dura, amarela ou púrpura-amarronzada e dentro existem centenas de sementes pretas comestíveis que são doces, embora com sabor ácido, e crocantes. A polpa tem cor dourada e é muito aromática. O maracujá é particularmente rico nas vitaminas A e C, além de ser uma ótima fonte dos antioxidantes betacaroteno e betacriptoxantina. E mais: 100 g de polpa da fruta contêm 27% das necessidades diárias de fibras, tornando-a uma excelente escolha para melhorar a digestão e o funcionamento dos intestinos.

Tangerina – Reconhecia como boa fonte de vitamina C, a principal vitamina que a tangerina contém é a vitamina A: na forma de betacaroteno, a concentração desta vitamina na tangerina é maior do que em qualquer outra fruta cítrica.

 

Pressão alta: siga 10 passos para controlar o sintoma

shutterstock_213185284 shutterstock_281806319

 

A hipertensão arterial ou, simplesmente, pressão alta é gatilho certo para uma série de males — e não só aqueles que envolvem o sistema circulatório. Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. São pessoas mais sujeitas a sofrer com falhas no coração, nos rins e até no cérebro.

A doença é crônica (não tem cura, mas pode ser controlada) e, por isso, é importante fazer exames regulares para detectar como andam seus batimentos cardíacos. Mas atenção: ter pressão alta não é sinônimo de ser hipertenso. Para ser considerado hipertenso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal. Isso porque, momentaneamente, qualquer pessoa está sujeita a uma variação na frequência cardíaca. Um esforço físico mais intenso ou momentos de estresse, por exemplo, alteram esses números.

Algumas atitudes, no entanto, ajudam não só a prevenir o problema como controlam níveis já elevados de pressão. Confira a seguir uma lista delas e imprima uma marca saudável ao seu dia a dia.

  1. Manutenção do peso ideal- o sobrepeso aumenta dificulta o esforço do coração para conseguir bombear o sangue. Na prática, o músculo é exigido demais. Com um risco: as lesões causadas pelo esforço excessivo podem se tornar irrecuperáveis.
  2. Prática de atividade física atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral.
  3. Redução de sal – o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva.
  4. Evitar bebidas alcoólicas: O álcool em grande quantidade é inimigo feroz da pressão sob controle. Corte as bebidas da sua dieta ou consuma com muita moderação.
  5. Dieta saudável: Gorduras saudáveis e pouco sal são medidas indispensáveis na dieta de quem quer manter o coração saudável. Inclua ainda muitas frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros, ou seja, com menos gordura.
  6. Medicamentos: se o médico recomendou, não deixe de tomar. Mas nada de sair por aí imitando a receita alheia. Vale lembrar que alguns medicamentos podem elevar a pressão, como os antiiflamatórios e anticoncepcionais.
  7. Cigarro: o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente além de comprometer toda sua saúde.
  8. Estresse: ele aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, acarretando a hipertensão e doenças do coração. Controle suas emoções e procure incluir atividades relaxantes na sua rotina.
  9. Exames médicos: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz.
  10. Medir a pressão: no mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem fazer isso. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios.