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Hereditariedade pode ser a causa de doenças cardiovasculares?

 

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Essa é uma preocupação constante na vida de pessoas que têm histórico familiar de problemas cardiovasculares. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares são as principais causas mundiais de morte. No Brasil, 300 mil pessoas morrem anualmente, ou seja, um óbito a cada dois minutos é causado por esse tipo de enfermidade.

Além dos fatores biológicos, hábitos como tabagismo, sedentarismo, má alimentação e alto índice de gordura abdominal também influenciam no desenvolvimento das doenças cardiovasculares. A boa notícia é que ao mudar os hábitos alimentares, evitando alimentos industrializados, gorduras e introduzindo na dieta frutas, vegetais e carnes brancas e, também o estilo de vida, inserindo a prática de pelo menos 30 minutos diários de atividades físicas em ritmo moderado, as chances de desencadeamento desses problemas reduzem significativamente.

Entre as doenças cardiovasculares mais comuns estão:

  • Infarto agudo do miocárdio: tem como principais sintomas a forte dor no peito, podendo irradiar para o braço esquerdo, acompanhada de suor excessivo, falta de ar e mal-estar. Importante ressaltar que embora estes sejam ossintomas mais comuns do infarto, outros sinais como dores fortes nas costas e no queixo também são característicos. Nas mulheres, os sintomas são parecidos podendo também apresentar dor forte na boca do estômago, acompanhado de náuseas e fadiga intensa. Assim que iniciarem os sintomas é recomendado procurar atendimento médico imediato, já que após 12 horas do início dos sintomas, o músculo cardíaco quase não tem mais chance de recuperação.
  • Doença vascular periférica: é ocasionada pelo depósito de gordura com obstrução das artérias periféricas do corpo. Normalmente, os portadores desta doença, sentem dificuldade para caminhar associada com dormência nos membros inferiores e queda de temperatura local.
  • Acidente Vascular Cerebral (AVC): o acúmulo de placas de gorduras depositas nos vasos sanguíneos cerebrais pode causar a obstrução do vaso cerebral intracraniano e a partir da ruptura desta placa ou de fenômenos embólicos (trombo que pode se deslocar de outro lugar) a pessoa pode sentir fortes dores de cabeça, acompanhada de tontura e paralisação de membros e até da face. O socorro imediato é importante para evitar sequelas e aumentar as chances de sucesso no tratamento.
  • Angina: quando falta oxigênio no coração ocorre uma dor intensa no peito, braço ou nuca. Essa dor surge, geralmente, após ter sido feito algum esforço físico. Trata-se de uma manifestação da doença arterial coronária, que nada mais é do que a formação de placas de gordura nas artérias do coração. A evolução do caso da angina pode causar um infarto. Os sintomas são muito parecidos.
  • Insuficiência cardíaca: Falta de ar, cansaço extremo, tosse seca em posição deitada, dificuldade para dormir com travesseiro baixo, inchaço das pernas, taquicardia em repouso e falta de apetite são os principais sintomas deste problema, que ocorre quando o coração não consegue bombear com eficiência todo o sangue pelo sistema circulatório.

Ao sinal de qualquer sintoma que possa vir a ser uma doença cardiovascular é muito importante procurar acompanhamento médico. A realização de exames preventivos também é indispensável.

O que é cardiomegalia?

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A doença é caracterizada pelo aumento no tamanho do coração e geralmente acontece em consequência de doenças como hipertensão arterial ou doenças coronárias. Alguns casos podem ter relação com a doença de chagas. A cardiomegalia afeta a insuficiência cardíaca e, em alguns casos, o coração atinge um tamanho de até 50% maior do que o normal.

A doença faz pacientes em todas as idades, homens ou mulheres. Após os 20 anos de idade já é possível sentir alguns sintomas da doença. Com isso, o paciente já pode diagnosticar o problema precocemente e tratar no tempo ideal para manter a qualidade de vida ideal.

Como se adquire?

A doença acontece por conta do esforço que o coração exerce. A consequência da doença se dá aos pacientes que possuem pressão alta e sofrem também de doenças coronarianas.

Quem sofre dessa doença, passa por problemas como a dificuldade em circular o sangue, pois com o aumento do tamanho, o coração não bombeia o sangue com a força adequada para manter a rotatividade normal. Essa doença pode desenvolver outros problemas de saúde que afetam o coração e tendem a mudar a rotina e dia a dia do paciente.

Sintomas

Os principais sintomas da doença são a falta de ar e também a fraqueza. Esses sintomas aparecem principalmente quando o paciente realiza alguns esforços físicos. É possível que alguns pacientes desenvolvam o sintoma do desmaio. A dificuldade de respiração e tosse também pode estar relacionada a essa doença, bem como as dores no peito.

Como prevenir

A doença não apresenta medidas preventivas. Aconselha-se que o paciente, além de sempre prezar pelo bem estar e a qualidade de vida, mantenha uma alimentação saudável, incluindo a prática de exercícios. A alimentação sempre é uma forma de prevenir doenças. Neste caso, alimentos que contenham muita gordura e oleosidade devem ser evitados. Para isso, procure um médico que possa indicar uma dieta adequada.

Azeite, um aliado do coração


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Os alimentos ricos em gorduras saturadas e trans são altamente prejudiciais porque aumentam as chances do desenvolvimento da aterosclerose: acúmulo de placas de gordura nas artérias do coração e do cérebro, podendo levar a infarto e derrame. Já o consumo de azeite está associado a baixos níveis de colesterol ruim (LDL), aquele que prejudica o coração.

Ele também é rico em antioxidantes, como os polifenois, capazes de combater os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento das células. O benefício? Efeito protetor contra uma série de doenças degenerativas, entre as quais a cardíaca.

Outra vantagem é a grande concentração de gordura monoinsaturada – a mais benéfica para o coração – por capturar o excesso de colesterol ruim em circulação no sangue. Se comparado a outros óleos, o azeite ganha disparado na quantidade dessa gordura: ela é responsável por 77% de sua composição contra 24% presentes no óleo de soja, um dos mais utilizados no Brasil.

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Tipo extravirgem: o melhor

O campeão nas vantagens para a saúde é o azeite extravirgem. Pesquisas recentes identificaram mais uma qualidade sua: a possibilidade de aumentar o colesterol bom (HDL). Dados apontam que o consumo usual ajuda a equilibrar os níveis de colesterol no sangue, ou seja, enquanto diminui o ruim, aumenta o bom.

Um atributo importante para determinar a qualidade do azeite é o grau de acidez, considerado um índice de qualidade em legislações como a da Anvisa. A relação é simples: quanto menor a acidez, maior a pureza e, por consequência, os benefícios à saúde.

O extravirgem é o mais puro dos azeites, com grau de acidez não superior a 1% para cada 100g. O tipo virgem chega a 2% de acidez por 100g e os que apresentam grau de acidez superior a 2% passaram por mais etapas durante a elaboração e, em geral, são misturados a outros óleos, como o de soja, o que diminuiu sua qualidade.

Sintomas de infarto: dor no peito não é único sinal

 

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As doenças cardiovasculares são líderes em morte no mundo, sendo responsáveis por quase 30% das mortes no Brasil. Dentre estas, o Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) é a causa principal. A mortalidade hospitalar por infarto agudo na internação é alta, e maior quanto mais demorado o tempo entre o início dos sintomas e o atendimento final.

Os fatores de risco para o infarto são:

  • obesidade,
  • hipertensão,
  • colesterol alto,
  • estresse,
  • diabetes ou infartos anteriores.

Homens na meia idade e mulheres após a menopausa são os mais afetados pelo problema.

O infarto acontece quando parte do músculo cardíaco morreu por falta de oxigênio. A nutrição do músculo é feita pelas artérias coronárias, que levam sangue e nutrientes até o coração. Se uma artéria dessas “entupir” – que ocorre quando uma placa de gordura perto da parede interna do vaso rompe – o fluxo de sangue é interrompido e aquela área entra em sofrimento (causando dor) e se esse fluxo não for reestabelecido a tempo, o tecido morre.

Identificando o infarto

A dor do IAM é uma sensação mal definida, surda, que pode se alojar em qualquer local entre o lábio inferior e a cicatriz umbilical. Ainda que a maioria das pessoas sinta dor no meio do peito, em aperto, espalhando para o braço direito, vemos com muita frequência apresentações menos características, como dor no queixo e nas costas. As características do infarto em mulheres são muito menos típicas, com queixas de queimação ou agulhadas no peito ou ainda falta de ar sem dor. Qualquer dor nessas regiões que se mantêm por mais de 20 minutos deve ser investigada e considerada doença grave, especialmente se associada aos seguintes sintomas:

  • Vômitos
  • Suor frio
  • Fraqueza Intensa
  • Palpitações
  • Falta de ar.
  • Barriga pode medir os riscos de infarto
  • Por que o infarto acontece?
  • Previna doenças crônicas

Na presença dessas sensações, é de extrema importância procurar ajuda no pronto socorro mais próximo em no máximo uma hora. Conforme o tempo passa a dor diminui, mas o dano torna-se mais extenso e irreversível. Após 12 horas de dor, o músculo em sofrimento já morreu quase por completo.

 

Insônia pode desencadear problemas cardíacos graves

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Uma noite mal dormida é, invariavelmente, uma porta de entrada para uma série de inconvenientes. Cientificamente já foi comprovado que além do impacto físico, emocional e até estético, o sono interfere também na saúde. E, tratando-se do organismo, o alerta pisca com mais intensidade: a insônia crônica pode desencadear problemas cardíacos graves. De acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá, pessoas que sofrem de insônia elevam a pressão arterial à noite. Hipertensão, vale lembrar, é um dos fatores de risco mais perigosos para o coração.

No caso de pacientes que sofrem com a insônia não há a diminuição da pressão arterial e isso faz com que o músculo cardíaco trabalhe enquanto deveria descansar. O mais preocupante é o risco de se manter uma pressão alta por muito tempo. Se isso ocorre, há chances grandes de danos nas artérias e vasos, o que pode resultar em infarto, acidente vascular cerebral (AVC ) e insuficiência cardíaca ou renal.

Em outro estudo, feito pela Universidade Western Reserve, nos Estados Unidos, foi constatado também que a apneia do sono aumenta em até três vezes os riscos de AVC entre homens. A causa mais provável para que eles estejam mais vulneráveis do que as mulheres está ligada a maior duração da apneia do sono entre eles. Além disso, os homens podem desenvolver a síndrome mais cedo e, por isso, ficam mais tempo sem tratamento, uma vez que as complicações só começam a aparecer em idade avançada.

Como prevenir

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Atitudes simples podem ser incorporadas na rotina para driblar a insônia. Ler um livro que não seja complexo antes de dormir pode ajudar a pegar no sono, assim como músicas calmas, massagens relaxantes ou chás que não sejam a base de cafeína.

Fazer refeições leves antes de ir para cama, praticar exercícios com regularidade, não fumar e manter um ambiente agradável e convidativo para o descanso são medidas recomendáveis. Em casos de insônia mais duradouros, procurar um médico (neurologista ou até mesmo um otorrino) é aconselhado.

Álcool e doenças do coração

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O alcoolismo revela-se, cada vez mais, como um dos grandes vilões da saúde e, infelizmente, seu índice de mortalidade tem crescido entre os jovens. E se engana quem pensa que um dos órgãos mais afetados é o fígado. O coração também sofre várias avarias quando o consumo do álcool é exagerado.

Para quem não sabe, o consumo excessivo de álcool está associado a risco maior de infarto do miocárdio e miocardiopatia dilatada (insuficiência cardíaca). Por isso, a palavra de ordem é moderação. O consumo deve ser moderado (1-2 drinques por dia). Controlar os fatores de risco tradicionais também se faz necessário. São eles:

  • Colesterol,
  • Hipertensão e
  • Diabetes.

Existe algum benefício que o consumo controlado do álcool possa trazer ao coração?

Estudos epidemiológicos das décadas de 80 e 90 reforçaram as bases do que se convencionou chamar de “paradoxo francês”: a baixa incidência de doenças cardiovasculares na França, apesar da dieta rica em gorduras característica dos franceses. O hábito do vinho às refeições, universal na França, foi adotado como explicação para a existência desse paradoxo. Rico em certos flavonoides, o vinho teria propriedades antioxidantes que melhorariam a função vascular, reduzindo o número de ataques cardíacos e derrames cerebrais entre seus consumidores.

Mas, vinho é assunto para um próximo post.

O que acha?

 

Cuide bem do seu coração no Inverno

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Você já deve ter sentido na pele que o Inverno chegou e promete ficar. Mas, o que poucos sabem é que esta é a estação com mais registros de mortalidade por doenças cardiovasculares. Dados da American Heart Association (Associação Americana do Coração) apontam que o número de casos aumenta em 25% nessa época do ano.

Mas, por quê? – O risco de doenças cardíacas ocorre pelo contato com o frio. Nosso coração precisa trabalhar de forma mais pesada e a consequência, se a pessoa já estiver propensa a um problema cardiovascular, ele será antecipado.

O frio também eleva a pressão sanguínea e pode desencadear outras doenças cardiovasculares, como o Acidente Vascular Cerebral (AVC), anginas ou arritmias cardíacas. O choque térmico, ou seja, a variação súbita de temperatura, também é um agravante.

Não torne o inverno um convite aos maus hábitos

É preciso entender que a estação mudou, mas as mesmas rotinas saudáveis do verão podem e devem continuar. Praticar uma atividade física e ter uma dieta balanceada são fundamentais, mas não é necessário ser exagerado, um pouco de um alimento mais pesado não faz tanta diferença.

A atividade física deve continuar sendo feita com a mesma intensidade do verão, mas é preciso realizá-la com mais atenção, como fazer um aquecimento de, aproximadamente, vinte minutos e alongamento antes e depois do exercício.

Cuide do seu coração nesta Copa do Mundo

shutterstock_153751466Não vai faltar emoção quando a bola rolar nesta quinta-feira, quando o Brasil estrear na Copa do Mundo. Mas é preciso ter saúde para torcer seleção canarinho. A alta carga de euforia e adrenalina partilhada pelos torcedores da seleção durante os dias de jogo pode ser um fator de risco cardiovascular se somada a hábitos ruins. E não apenas para quem já apresenta alguma cardiopatia. A bebida em excesso e o fumo são inimigos do coração e levam milhares ao infarto anualmente.

Entre as dicas, estão se alimentar corretamente e dormir bem nos dias precedentes à partida. Mas, é importante também tomar outros cuidados para que a comemoração não se torne um estresse para o coração. Para quem não sabe, a euforia faz com que o coração precise bombear uma quantidade maior de sangue em menor tempo. Por isso, o cuidado deve ser redobrado com pessoas portadoras de hipertensão arterial, diabetes, com colesterol alto (LDL), estressadas e com histórico familiar de doença cardíaca. Para os fumantes, a recomendação é largar o fumo o quanto antes. Bebida alcoólica é permitida, mas com moderação.

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Os cuidados precisam ser os mesmos, independentemente de onde você assistirá ao jogo. Para evitar os lanches gordurosos, uma boa opção são sanduíches de peito de peru e sucos de laranja ou manga. Se a festa for em casa, o churrasco não precisa ser vetado, mas é importante dar preferência à carne branca e magra. Nada de linguiças, salsichas e farofa. Se quiser comer um doce, prefira uma gelatina.

+ dicas

  • Comece a se exercitar. Caminhe cinco vezes por semana, vinte minutos ao dia.
  • Lembre-se que o foco é a festa, a diversão. Nada de se estressar!
  • Coma com qualidade. Frutas, verduras e proteínas precisam estar no cardápio.
  • Não abuse do sal.
  • Durma bem antes da partida, de preferência completando oito horas de sono.
  • Beba bastante água durante o dia.
  • Escolha sanduíches, suco de frutas e barra de cereais.
  • Não fume. Especialmente no jogo, quando a emoção e o exagero falam mais alto.
  • Se possível, faça antes uma consulta ao médico para saber como anda sua saúde.

Fonte: INC

Exercícios que fazem bem ao coração

Quem está tentando emagrecer precisa saber que os exercícios cardiorrespiratórios devem fazer parte da lista de malhação. Mas, de que maneira? Lápis e papel nas mãos para anotar 06 dicas!

1. Alterne a intensidade – Você pode alternar movimentos moderados, com outros mais intensos e rápidos. Vai obter mais resistência, queimar calorias extras e tornar-se mais rápido e forte. De quebra, ainda vai perder a gordurinha da barriga, já que alternar o ritmo dos movimentos comprovadamente ajuda a eliminar os pneuzinhos.

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2. Use os braços – A maioria dos exercícios cardiorrespiratórios exige muito mais das pernas. Então sempre que possível movimente seus braços. Na esteira, tente não segurar no aparelho, da mesma forma quando estiver malhando no elíptico. Em vez de deixar os membros superiores em repouso, experimente movimentá-los em aulas de natação ou qualquer outra modalidade.

3. Duração do treino – Grande parte dos exercícios cardiorrespiratórios dura cerca de 30 ou 45 minutos. Para queimar calorias extras, experimente fazer cinco minutos a mais de atividade e confira quantas calorias queimou neste período.

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4. Incorpore treinamento de força – O principal objetivo de exercícios cardiorrespiratórios é queimar calorias por meio de movimentos de alta intensidade. No entanto, é possível aproveitar esse tempo para fortalecer os músculos. Para melhorar o tônus muscular das pernas e do bumbum, exercite-se sempre programando o aparelho (esteira ou bicicleta) com um pouco de inclinação. Na piscina, use luvas ou aparelhos que ajudam a criar resistência com a água.

5. Mude o tipo de exercícios – Para buscar mais resistência, ganhar força e evitar lesões por esforço repetitivo, é importante não fazer sempre o mesmo tipo de exercício. Você vai melhorar a saúde do coração se incluir pelo menos três tipos de modalidades diferentes a cada semana.

6. Imponha dificuldades – Além de adicionar inclinações, encontre maneiras de deixar seus exercícios cardiorrespiratórios mais desafiadores. Na bicicleta, fique com o bumbum fora do assento, corra com os joelhos elevados ou peça ao seu instrutor movimentos mais difíceis.

 

Infarto: descubra o que é e quais os sintomas

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De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 17 milhões de pessoas morrem em todo o mundo em decorrência de problemas no coração. Mas, você sabe o que é o infarto do miocárdio, os sintomas e as causas?

Para começar, o infarto é a necrose de uma parte do músculo cardíaco causada pela ausência da irrigação sanguínea que leva nutrientes e oxigênio ao coração. Ele é o resultado de uma série complexa de eventos acumulados ao longo dos anos, mas pode ser caracterizado pela oclusão das artérias coronárias em razão de um processo inflamatório associado à aderência de placas de colesterol em suas paredes.

Vale reforçar que o desprendimento de um fragmento dessas placas ou a formação de um coágulo de sangue, um trombo, dentro das artérias acarretam no bloqueio do fluxo de sangue causando sérios e irreparáveis danos ao coração (necrose do músculo cardíaco).

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Sintomas

  • Dor fixa no peito, que pode variar de fraca a muito forte, ou sensação de compressão no peito que geralmente dura cerca de trinta minutos;
  • Ardor no peito, muitas vezes confundido com azia, que pode ocorrer associado ou não à ingestão de alimentos;
  • Dor no peito que se irradia pela mandíbula e/ou pelos ombros ou braços (mais frequentemente do lado esquerdo do corpo);
  • Ocorrência de suor, náuseas, vômito, tontura e desfalecimento;
  • Ansiedade, agitação e sensação de morte iminente.
  • Fatores de risco e prevenção
  • Não há dúvida de que a melhor maneira de evitar o infarto é reduzir a exposição aos fatores de risco: fumo, obesidade, diabetes, hipertensão, níveis altos de colesterol, estresse, vida sedentária e/ou histórico pessoal ou familiar de doenças cardíacas.
  • Assumir uma atitude mental confiante e positiva é um passo decisivo para a recuperação dos infartados. É importante deixar claro que pessoas que sobrevivem a um infarto e adotam estilos de vida saudável, em sua maioria, conseguem retornar à vida normal e reassumir suas atividades profissionais.