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O que é cardiomegalia?

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A doença é caracterizada pelo aumento no tamanho do coração e geralmente acontece em consequência de doenças como hipertensão arterial ou doenças coronárias. Alguns casos podem ter relação com a doença de chagas. A cardiomegalia afeta a insuficiência cardíaca e, em alguns casos, o coração atinge um tamanho de até 50% maior do que o normal.

A doença faz pacientes em todas as idades, homens ou mulheres. Após os 20 anos de idade já é possível sentir alguns sintomas da doença. Com isso, o paciente já pode diagnosticar o problema precocemente e tratar no tempo ideal para manter a qualidade de vida ideal.

Como se adquire?

A doença acontece por conta do esforço que o coração exerce. A consequência da doença se dá aos pacientes que possuem pressão alta e sofrem também de doenças coronarianas.

Quem sofre dessa doença, passa por problemas como a dificuldade em circular o sangue, pois com o aumento do tamanho, o coração não bombeia o sangue com a força adequada para manter a rotatividade normal. Essa doença pode desenvolver outros problemas de saúde que afetam o coração e tendem a mudar a rotina e dia a dia do paciente.

Sintomas

Os principais sintomas da doença são a falta de ar e também a fraqueza. Esses sintomas aparecem principalmente quando o paciente realiza alguns esforços físicos. É possível que alguns pacientes desenvolvam o sintoma do desmaio. A dificuldade de respiração e tosse também pode estar relacionada a essa doença, bem como as dores no peito.

Como prevenir

A doença não apresenta medidas preventivas. Aconselha-se que o paciente, além de sempre prezar pelo bem estar e a qualidade de vida, mantenha uma alimentação saudável, incluindo a prática de exercícios. A alimentação sempre é uma forma de prevenir doenças. Neste caso, alimentos que contenham muita gordura e oleosidade devem ser evitados. Para isso, procure um médico que possa indicar uma dieta adequada.

Alimentos para o coração: como servir saúde à mesa

Os alimentos ricos em gorduras saturadas e trans são altamente prejudiciais porque aumentam as chances do desenvolvimento da aterosclerose: acúmulo de placas de gordura nas artérias do coração e do cérebro, podendo levar a infarto e derrame. Mas não é proibido comer nada, basta saber o que faz mal e consumir de forma bastante moderada.

Alimentos que favorecem o coração

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Soja, feijão, lentilha, grão de bico

Alimentos ricos em fibras, proteínas, vitaminas, minerais e antioxidantes. As proteínas auxiliam na redução do colesterol. Os grãos são muito benéficos para o coração porque – além de ajudar a manter bons os níveis de colesterol – colaboram para diminuir a absorção de açúcar.

Tomate

Rico em licopeno – substância que dá a cor avermelhada e está presente também na melancia, pimentão, beterraba e goiaba –, é um grande aliado na prevenção de doenças cardiovasculares por sua ação antioxidante. É preferível o tomate em molhos, pois a concentração de licopeno é maior.

Peixes

Os de águas salgadas profundas, como sardinha, salmão, atum, anchova, truta, arenque e cavala, são ricos em ômega-3, uma gordura saudável que auxilia a reduzir o colesterol ruim (LDL). Recomenda-se consumir esses peixes pelo menos três vezes por semana. Os frutos do mar também são saudáveis para o coração, apesar de terem colesterol, o que não ocorre com os peixes.

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Azeite

Possui gordura monoinsaturada, a mais saudável de todas. É fonte de vitamina E, entre outras, e apresenta minerais e compostos antioxidantes como os polifenois. O azeite é capaz de diminuir o colesterol ruim e aumentar o bom. Prefira consumir o azeite extravirgem, que é o mais puro e garante todos os nutrientes.

Alho

Algumas pesquisas indicam que ele pode auxiliar na prevenção das doenças cardiovasculares, pois pode reduzir o colesterol ruim e a pressão arterial. Estudos com resultados positivos sugerem uma ingestão diária de 20g de alho cru, isso porque o calor usado para cozinhar destrói seus princípios ativos.

Aveia

Fonte de fibras solúveis, além de deixar por mais tempo a sensação de saciedade, ajuda a reduzir os níveis de colesterol.

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Banana

Outra fonte de fibras solúveis e também rica em potássio, um mineral importante para o bom funcionamento da função muscular cardíaca. Pacientes que usam diuréticos para o combate à pressão alta, em geral, são aconselhados a comer duas ou três bananas por dia, o que ajuda a repor o potássio eliminado na urina.

Castanhas

Castanha-do-brasil, amêndoas, avelãs, nozes, amendoim e macadâmias são ricos em gorduras poliinsaturadas. Apresentam grandes quantidades de proteínas, fibras, selênio, cálcio, ferro, potássio, zinco, vitamina E, ácido fólico e magnésio. A porção recomendada é de seis unidades por dia. Deve-se ter cuidado com a ingestão em excesso, pois as frutas oleaginosas possuem alto valor calórico.

Vinhos

Os compostos responsáveis pelos benefícios ao coração estão na uva, o que torna o consumo do suco ou da própria fruta tão eficaz quanto o do vinho. O resveratol, substância com efeito antioxidante presente em maior concentração nas uvas vermelho-escuras, se destaca pela capacidade de reduzir os riscos de doenças cardiovasculares.

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Chocolate

Prefira os escuros, em especial o tipo amargo, rico em flavonoides e ácido gálico, antioxidantes que ajudam a proteger os vasos sanguíneos e promovem a saúde do coração. Os mesmos benefícios não foram encontrados no chocolate ao leite nem na versão branca. O consumo deve ser moderado, porque o chocolate é calórico e também tem gorduras.

 

Diabetes – parte 2

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Incidência

No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, a doença afeta 12% da população entre 30 e 69 anos. Na população com mais de 65 anos, esse índice sobe para 18% das pessoas.

No mundo todo, mais de 240 milhões de pessoas são portadoras de diabetes. Estima-se que 10% tenham o tipo1, que acomete principalmente jovens no início da fase adulta. Já o tipo 2, forma mais comum da doença, se desenvolve em pessoas com excesso de tecido gorduroso. A diabetes gestacional ocorre em até 5% das mulheres grávidas.

Sinais e Sintomas

A maioria dos pacientes não apresenta sintomas no início do diabetes, por isto pessoas com fatores de risco devem realizar exames de sangue periódicos para avaliar se apresentam a doença. A estimativa é que 50% das pessoas não sabem que têm a doença. Por isso, o acompanhamento regular com um médico é essencial para o diagnóstico precoce.

Quando os níveis de glicose estão extremamente elevados, pode ocorrer vontade frequente de urinar, sede e fome em excesso, fadiga, alterações na visão, mudanças de humor, náuseas e vômitos, fraqueza, perda de peso, dores nas pernas, infecções repetidas na pele, machucados que demoram a cicatrizar, formigamento ou sensação de dormência, principalmente nos pés.

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Diagnóstico

É feito por um teste simples para detectar os níveis de glicose no sangue. O nível normal de glicose no sangue é abaixo de 100 mg/dl. Se os níveis de glicose se encontram entre 100 e 127 mg/dl, existe alto risco de desenvolver diabetes, por isto esta situação pode ser denominada pré-diabetes. Se a glicemia estiver acima de 127 mg/dl em 2 exames diferentes ou acima de 200 mg/dl após consumo de carboidratos, é diagnosticado o diabetes.

Tratamento

Pacientes com o tipo 1 de diabetes, também chamado de insulinodependente, precisam fazer reposição diária de insulina.

Para os portadores do tipo 2 o tratamento é feito por meio de comprimidos tomados via oral que atuam na melhora da resposta das células à insulina, no estímulo da secreção (produção e liberação) de insulina pelo pâncreas, na redução da absorção de glicose pelo intestino ou no aumento da eliminação de glicose pela urina. Atualmente, existem medicamentos injetáveis que imitam o efeito de hormônios intestinais melhorando a fabricação de insulina e auxiliando a redução de peso. Após 10 anos de diagnóstico, é comum a necessidade de uso de insulina nos portadores de diabetes tipo 2.

Nos casos de diabetes na gestação, geralmente uma dieta equilibrada e exercícios físicos são suficientes para o controle dos níveis de glicose. Nos casos em que o controle não é possível com dieta e atividade física, podem ser indicadas injeções de insulina.

Independente do tipo de diabetes, o fundamental é a adoção ao tratamento aliada a hábitos saudáveis, como controle da alimentação, prática regular de atividades físicas e controle constante da glicemia.

Prevenção

O primeiro passo é observar a presença dos fatores de risco que podem ser modificados, como o excesso de peso, o aumento da gordura abdominal, o sedentarismo e a dieta desequilibrada.

A redução de 5% do peso corporal associada à pratica de 150 minutos de atividade física por semana reduzem a ocorrência de diabetes em 58% nas pessoas com alto risco. O principal aliado é um estilo de vida saudável, com alimentação balanceada, atividade física regular e acompanhamento médico periódico.

Estresse libera hormônios que podem detonar o coração

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Preocupações diárias com problemas pessoais, excesso de trabalho, insegurança, frustrações, pressão, entre outros sintomas de estresse, desencadeiam reações que interferem no bom funcionamento do coração. A associação destes fatores com a pré-disposição genética a problemas cardiovasculares resultam em uma espécie de bomba para o corpo. Entender a gravidade da situação é o primeiro passo para combater as ameaças.

Descarga de hormônios

Quem vive uma rotina estressante libera altos níveis de hormônios que provocam instabilidade no organismo. A adrenalina é um deles e atua aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial, o que pode culminar em um ataque cardíaco e até levar a morte. Já o cortisol, outro hormônio liberado durante situações de estresse, pode causar mortes em pessoas que já tenham doenças cardiovasculares, segundo um estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

Como combater o inimigo do coração

Especialistas aconselham quem sofre com problemas cardíacos a fugir de fatores estressores para aliviar os sintomas do estresse. Alguns hábitos podem ser incorporados à rotina para evitar danos fatais. Anote aí e deixe seu coração em forma:

  • Atividades físicas regulares,
  • Alimentação balanceada,
  • Sono sem interferência de ruídos.

Além deles, claro, há inúmeras formas de manter a saúde do coração em perfeito estado, como manter os níveis de colesterol estáveis, não fumar, não estar acima do peso, entre outros.

 Como prevenir as doenças vasculares?

 

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Doença vascular é toda doença que altera a integridade dos vasos sanguíneos.  Pode ser causada por herança familiar ou genética, por hábitos de vida nocivos ou pela forma como trabalhamos, medicações e traumas acidentais que podem comprometer nossos vasos. Abaixo, as formas de prevenção para cada uma das causas:

Há doenças herdadas que predispõe a formação de coágulos, que tanto obstruem localmente o fluxo de sangue, como podem viajar pela corrente sanguínea até alojar-se em outros orgãos, como o pulmão. A prevenção está ligada ao diagnóstico familiar e precoce que deve ser feita por um médico.

O que faz mal?

  • Alimentação rica em gordura: refrigerantes e doces podem aumentar o colesterol “ruim” que, com o passar do tempo, “infiltra-se” dentro da parede dos vasos criando verdadeiras placas de gordura e cálcio.
  • Trabalhar em pé, em uma posição fixa ou sedentarismo podem levar a uma redução do fluxo de sangue nas partes do corpo distantes do coração. Pode surgir veias “saltadas” – as varizes — que muitas vezes são dolororas e esteticamente comprometedoras.

O que faz bem?

  • A prevenção se dá pela mudança e movimentação durante o expediente, estimulando a circulação. Para acidentes que lesam o vaso, pode-se somente evitar o evento em si.
  • Atividade física regular (ao menos três vezes na semana) e alimentação balanceada, rica em alimentos frescos, verduras, carnes e aves, com pouca quantidade de frituras, gordura, sal e açúcar.
  • Visitas periódicas ao médico (quanto mais idoso, mais deve buscar orientação médica).

 

E lembre-se! Nossa saúde vascular depende da ajuda do médico vascular sim, mas principalmente de nós, por meio do cultivo dos bons hábitos.

Colesterol: a prevenção deve começar desde cedo

 

shutterstock_236885392O primeiro passo para afastar o colesterol alto é garantir que o cardápio do pequeno seja saudável e equilibrado – isto é, rico em frutas, verduras, legumes, cereais integrais. Isso porque temos hoje um perfil de alimentação da criança e do adolescente muito ruim, com excesso de carboidratos e gorduras saturadas: segundo um estudo do Ministério da Saúde em parceria com o IBGE, divulgado no dia 21 de agosto de 2015, 60,8% dos meninos e meninas brasileiros com menos de 2 anos de idade comem com frequência biscoitos, bolachas e bolos. Outros 32,3% costumam ingerir refrigerantes e sucos artificiais, de acordo com o levantamento.

Quando acompanhar?

A partir dos 10 anos de idade, toda criança deve ter o colesterol dosado. A antecipação dos exames só é feita se o pequeno é obeso ou quando há casos na família de colesterol elevado ou de doenças no coração.

Os valores são diferentes para os pequenos

É desejável que o colesterol total de crianças e adolescentes de 2 a 18 anos esteja abaixo de 150 mg/dl. O valor limítrofe é entre 150 e 170 mg/dl e, acima disso, já se caracteriza como elevado. Analisando somente as taxas de LDL, o ideal é elas sejam menores do que 110 mg/dl. Já o HDL precisa estar acima de 45 mg/dl.

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Vamos nos mexer?

A atividade física é outro pilar fundamental no combate aos problemas de colesterol na infância. O exercício físico é o principal tratamento para aumentar as taxas de HDL, o colesterol bom. Por isso, brincadeiras que envolvam correr e pular, por exemplo, devem ser incentivadas desde que o pequeno dá os primeiros passinhos.

Não há sintomas

A menos que sejam níveis muito elevados, crianças com colesterol alto não apresentam sintomas. A preocupação é que a doença se manifeste no longo prazo, por meio de problemas como infarto e derrame. Em casos de taxas altíssimas, os pequenos podem apresentar gordura no fígado e a chamada xantoma, caracterizada pelo acúmulo de gordura na pele.

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O leite materno é o primeiro passo para prevenir o problema

Embora não exista uma relação direta entre o consumo de leite materno e um melhor controle das taxas de colesterol, ele é um importante aliado contra esse problema. Com isso, o risco de o pequeno ter colesterol alto diminui bastante. Além disso, estudos mostram que bebês que são amamentados levam mais tempo para ser expostos a outros alimentos – que são, muitas vezes, verdadeiros vilões.

 

Idosos e o inchaço nas pernas

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O inchaço dos pés e dos tornozelos é um problema bastante comum, principalmente entre os idosos. Isso está relacionado diretamente com a acumulação anormal de líquido nestas regiões, o chamado edema periférico.

É importante saber que, geralmente, são indolores e afetam ambos os lados. Quem nunca pressionou e viu a marca do dedo fica impressa? Pois bem, a intensidade é variável, desde leve até grandes edemas, o que mostra a necessidade de atenção médica.

As causas mais comuns são:

  • Insuficiência cardíaca congestiva
  • Hipoalbuminemia
  • Doenças graves (renais, pulmonares, hepáticas)
  • Doenças vasculares Pessoas idosas que ficam sentadas por muito tempo podem apresentar edema sem que isso necessariamente seja doença (edema postural).

É importante considerar que os edemas posturais sempre são edemas discretos e geralmente assimétricos. O médico sempre deve ser consultado para que não se faça pré-julgamentos considerando ser esse mais um sintoma normal”do envelhecimento.

Prevenção

  • Na hora de dormir, eleve as pernas acima do nível do coração.
  • Exercite as pernas. Isso ajuda a bombear os fluidos das pernas de volta para o coração.
  • Use meias de compressão que estão disponíveis nas farmácias.
  • Siga uma dieta baixa em sal para ajudar a reduzir a retenção de líquidos e o inchaço.

Excesso de sal pode causar doenças cardiovasculares

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Se você gosta de uma comida bem salgadinha, fique atento! Apesar de ter papel importante no organismo e contribuir para um bom funcionamento do corpo, o sódio é responsável pela regulação da quantidade de líquidos que ficam dentro e fora das células. Quando há excesso do nutriente no sangue, ocorre alteração no equilíbrio desses líquidos, sobrecarregando o coração e os rins, situação que pode levar à hipertensão.

O consumo abusivo do sal de cozinha também influencia no desenvolvimento de doenças cardiovasculares, renais e outras, que estão entre as primeiras causas de internações e óbitos no Brasil e no mundo.

Consumo em números

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a recomendação de consumo máximo diário de sal pela é de menos de cinco gramas por pessoa. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela, no entanto, que o consumo do brasileiro está em 12 gramas diários, valor que ultrapassa o dobro do recomendado.

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Se o consumo de sódio for reduzido para a recomendação diária da OMS, os óbitos por acidentes vasculares cerebrais podem diminuir em 15% e as mortes por infarto em 10%. Ainda estima-se que 1,5 milhão de brasileiros não precisaria de medicação para hipertensão e a expectativa de vida seria aumentada em até quatro anos.

Fique de olho!

Uma dica é observar as informações nutricionais no verso das embalagens ao comprar alimentos industrializados. Se a quantidade for superior a 400mg em 100g do alimento, é considerado um alimento rico no nutriente, sendo prejudicial à saúde. Procure optar pelo produto que apresente menos sódio.

Felicidade faz bem para o coração

Pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, afirmam que os felizes e entusiastas correm menos risco de sofrer do coração do que aqueles que são tristonhos e estressados. A pesquisa, publicada no European Heart Journal, acompanhou 1739 pessoas, durante 10 anos.

A descoberta – quase óbvia, foi possível a partir de uma análise entre a felicidade e as doenças do coração. O resultado apontou que se as pessoas fizessem mais aquilo que as deixam felizes, reduziriam significativamente o risco de sofrer infarto ou angina.

E são vários os fatores combinados que produzem esse efeito. Uma boa noite de sono pode ser um dos aliados, já que aquele que dorme melhor e apresenta comportamentos mais saudáveis garante menos estresse.

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Fique ligado!

Estudos apontam que o estresse envolvido em situações de contrariedade pode mesmo levar ao estreitamento das artérias, além de ativar as plaquetas que são responsáveis pela coagulação do sangue. Isso pode levar a uma condição propícia para o entupimento de uma artéria, o que causa o infarto e o acidente vascular cerebral. Por sua vez, a felicidade, associada a bons hábitos, libera hormônios que são protetores para o sistema cardiovascular.

Comparando a felicidade

Se por um lado as pessoas de bem com a vida costumam cuidar mais da saúde e gerenciar os problemas sem sobrecarregar o organismo, os estressados têm mais chance de desenvolver a síndrome metabólica, ou seja, um conjunto de disfunções que complica bastante o nosso organismo. Entre os problemas estão a pressão alta, os excesso de gordura abdominal, os níveis anormais de colesterol e a elevada taxa de açúcar no sangue (aumentando ainda o risco de diabetes, cardiopatias e infarto).

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Sorrir a toa não é a única solução

É preciso ter em mente que, para se ajudar, não basta apenas querer ficar feliz. É preciso juntar uma série de fatores. Veja algumas dicas:

  • Reconheça suas limitações e não se preocupe excessivamente com aquilo que não está em suas mãos.
  • Compartilhe suas preocupações com alguém capaz de lhe ouvir e dar palpites.
  • Pratique atividade física para que o seu cérebro libere substâncias que auxiliam no relaxamento.
  • Sorria mais, uma vez que a prática induz o cérebro a produzir neurotransmissores ligados ao bem-estar.
  • Descanse: Insônia e tensão só geram mais e mais estresse.
  • Divirta-se, pois esta é uma medida preventiva inigualável quando se fala em saúde cardiovascular.
  • Seja mais sociável e ajude a espantar a tristeza e a depressão, que são notórias inimigas do coração.
  • Organize as atividades e faça uma coisa de cada vez, dando prioridade às tarefas que são de fato mais urgentes.
  • Respire corretamente e durma bem.

Abusou na Páscoa? Recupere o seu organismo

Churrasco, fritura, massas, molhos, refrigerantes, bebidas alcoólicas e chocolate, muito chocolate. Se você faz parte do time daqueles que se esbaldaram nessa combinação nos últimos dias, saiba que uma boa pedida é aproveitar o início da semana para desestressar o organismo e limpar o corpo das toxinas.

A primeira dica é, por mais incrível que pareça ser, pegar leve nas atividades físicas. Faça uma caminhada leve no início da manhã ou final da tarde, que impacta pouco no aumento do apetite e permite gastar calorias sem exigir reposição alimentar intensa.

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Associe a prática de exercícios com a boa alimentação e a hidratação. Abuse da água mineral para expulsar as toxinas. Você pode, ainda, tomar água de coco, chás ou sucos de frutas, como abacaxi, laranja, limão e maçã, que se potencializam e ajudam o fígado quando misturados com folhas verdes escuras (agrião, couve, rúcula, espinafre) e gengibre.

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As frutas vermelhas, como romã, pitanga e acerola, também podem ajudar neste processo porque são ricas em antioxidante e possuem muita vitamina C. Além disso, tem ação desinflamatória, o que colabora para o fígado expulsar o que não faz bem.

+ dicas!

  • Faça boa higienização das frutas, verduras, hortaliças e grãos para que fiquem livres de agrotóxicos;

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  • Evite o consumo do álcool, do fumo e dos alimentos industrializados;
  • Substitua as carnes vermelhas – que possuem mais gordura – por peixes ou frango. Lembre-se que o preparo deve ser feito no forno, na grelha ou cozido, mas nunca frito.